Ronaldo Caiado e PSD buscam ‘ultimato’ para Bolsonaro na disputa à Presidência; Lula e Leite em análise.
A transferência de Ronaldo Caiado para o PSD pode representar um ponto de inflexão na disputa pela Presidência da República, colocando um “ultimato” para Jair Bolsonaro e alterando as estratégias da corrida eleitoral. Com a entrada da sigla, liderada por Gilberto Kassab, que já detém o controle de mais de 850 prefeituras e três ministérios no governo, o PSD ganha ainda mais peso na política nacional.
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A sigla também está no comando de cinco estados, o que a torna uma base eleitoral considerável e atrativa para qualquer candidato à presidência. A cúpula do PSD tem se dedicado a convencer o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, a ser o candidato, com o aval do ex-presidente Bolsonaro.
Essa possibilidade já havia sido discutida entre os dois em um encontro há quase um ano, e envolvia também o apoio à anistia/dosimetria.
Em entrevista recente, Gilberto Kassab reforçou sua visão, afirmando que Tarcísio de Freitas pode ser grato a Bolsonaro, mas não submisso. A resistência de Flávio Bolsonaro em desistir de sua pré-candidatura, juntamente com os ataques de parte da direita a Tarcísio, promovidos por Eduardo e Carlos Bolsonaro, impulsionaram o PSD a articular uma chapa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Eduardo Leite foi indicado como vice-presidencial.
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O PSD mantém uma boa relação com o governo Lula, que busca retomar sua popularidade para garantir um quarto mandato. A candidatura de Ratinho Jr. ou de Ronaldo Caiado ainda é considerada menos provável pela cúpula do partido, mas permanece em análise.
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