Romero Jucá Defende Autonomia do Banco Central Após Crise Master Chocante

Romero Jucá defende autonomia do Banco Central após crise Master! 🚨 Ex-ministro critica atuação do BC e aponta falhas no SFN. Crise do Banco Master expôs graves violações e gerou prejuízo de R$60 bilhões. Saiba mais!

28/02/2026 3:23

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(Imagem de reprodução da internet).

Banco Central e a Crise do Master: Defesa de Romero Jucá

O ex-senador e ex-ministro do Planejamento e Orçamento, Romero Jucá, ressaltou a importância da autonomia do Banco Central, em meio às controvérsias geradas pelo escândalo do Banco Master. Jucá declarou, em entrevista ao WW nesta sexta-feira (27), seu apoio à proposta de emenda constitucional que visa consolidar essa autonomia.

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Ele argumentou que a independência do Banco Central é crucial para evitar situações como a que se verificou com o Master.

A Crise do Banco Master e a Necessidade de Fortalecimento

O ex-senador enfatizou que a crise do Banco Master expôs falhas no sistema financeiro nacional. Jucá considerou “inacreditável” a magnitude da crise, destacando que a autonomia do Banco Central é essencial para garantir a estabilidade do Sistema Financeiro Nacional (SFN).

Ele acredita que a proposta de emenda constitucional é um passo fundamental para evitar que problemas semelhantes se repitam.

Investigações e Violações Normativas

Em novembro passado, após uma análise detalhada da situação financeira e das graves violações às normas que regem o SFN, a Polícia Federal investigava os donos do Banco Master. A investigação revelou que o banco, diante de uma crise de liquidez, fabricou carteiras de crédito falsas com o objetivo de vender ativos e levantar recursos.

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Essa prática gerou um impacto significativo no Sistema Financeiro Nacional.

Ações do Banco Central e a Falha na Gestão

Jucá criticou a atuação do Banco Central durante o período anterior, afirmando que a resposta foi “atrasada”. Ele apontou que a falta de ação permitiu que um banco de pequeno porte acumulasse um prejuízo de R$ 60 bilhões, com consequências negativas para o Fundo Garantidor de Créditos e outros agentes financeiros.

O ex-senador acredita que o Banco Central está implementando novos procedimentos para corrigir essa falha.

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