Rolex premia mulheres inovadoras e muda regras históricas em premiação global!

Rolex premia mulheres inovadoras e salva o planeta! 🚀 Em 2026, o prêmio anual celebra lideranças femininas em ciência, saúde e conservação. Descubra as 5 vencedoras e seus projetos impactantes!

25/02/2026 20:35

3 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Há exatamente meio século, em 1976, a Rolex lançou uma iniciativa que se tornaria um farol de esperança e progresso. A marca, em celebração aos 50 anos de sua maior inovação – o Oyster, o primeiro relógio de pulso à prova d’água –, decidiu investir no futuro.

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Nascia o Rolex Awards for Enterprise, uma iniciativa que, ao longo de cinco décadas, transformou-se em um dos pilares mais sólidos de fomento à conservação, ciência e saúde em todo o planeta.

Um Novo Capítulo na História do Prêmio

Na data que celebra um século do lançamento do Rolex Awards e 50 anos do prêmio, a Rolex anuncia dois feitos históricos. O primeiro é que o Rolex Awards passa agora a ser anual, abandonando o ciclo de avaliação a cada dois anos. O segundo é que o grupo vencedor de 2026 é formado exclusivamente por mulheres, um reconhecimento da importância da liderança feminina nessas áreas.

As Cinco Faces da Mudança em 2026

As cinco vencedoras deste ano foram escolhidas, além da área de pesquisa que desenvolvem, pelo impacto direto de suas lideranças em comunidades locais. Cada uma delas representa uma solução inovadora para desafios globais urgentes.

Rosa Vásquez Espinoza (Peru) – O segredo das abelhas amazônicas. Bióloga química, Rosa foi a primeira a provar cientificamente a ligação entre o desmatamento na Amazônia e o declínio das abelhas sem ferrão. Esses polinizadores são vitais para a flora endêmica e para a segurança alimentar das comunidades indígenas. Com o apoio da Rolex, ela vai expandir corredores de habitats protegidos liderados por povos originários no norte da Amazônia peruana, transformando a pesquisa de laboratório em uma barreira física contra a destruição da floresta.

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Pardis Sabeti (EUA) – prevenindo a próxima pandemia. Enquanto o mundo ainda tenta se recuperar dos efeitos de crises sanitárias recentes, a geneticista médica Pardis Sabeti trabalha na linha de frente na África Ocidental. Ela utiliza algoritmos de ponta para detecção precoce de doenças infecciosas. O Rolex Award permitirá que ela teste ferramentas de diagnóstico portáteis em comunidades remotas da Serra Leoa, com o potencial de conter surtos virais antes que eles se tornem epidemias globais.

Farwiza Farhan (Indonésia) – a última fronteira de Sumatra. No ecossistema de Leuser, na Indonésia, elefantes, tigres, orangotangos e rinocerontes ainda convivem na natureza – um cenário quase extinto no resto do Sudeste Asiático. Farwiza Farhan mobiliza comunidades de base para monitorar e defender essa floresta contra o avanço predatório do desenvolvimento. O trabalho dela prova que a voz local deve ser a protagonista nas decisões ambientais.

Rachel Ikemeh (Nigéria) – o renascimento do Delta do Níger. Em uma região marcada pela indústria do petróleo e pouco estudada pela biodiversidade, Rachel Ikemeh conseguiu o impossível: trazer o macaco colobus vermelho de volta da beira da extinção. Ela já protegeu mais de 5.800 hectares de floresta e melhorou a vida de 2.500 pessoas. Agora, com o suporte da marca, criará um centro de treinamento móvel para replicar esse sucesso em comunidades vizinhas.

Binbin Li (China) – o equilíbrio entre o gado e o Panda. Com menos de 2.000 pandas gigantes vivendo soltos na China, a competição por território com a pecuária local é o maior desafio. A cientista Binbin Li desenvolve métodos de pastoreio sustentável que beneficiam a economia das famílias rurais sem destruir o habitat das montanhas de bambu. O prêmio ajudará a escalar essa solução por diversas cadeias montanhosas no centro da China.

Um Legado de Impacto Global

Desde a sua fundação, o Rolex Awards já apoiou 165 Laureados em mais de 67 países. Como resultado, foram mais de 50 milhões de árvores plantadas, 137 espécies ameaçadas salvas e 32 grandes ecossistemas protegidos — incluindo uma área da Floresta Amazônica equivalente a quase 60 mil quilômetros quadrados.

Para além das estatísticas, o prêmio se destaca por oferecer acesso a uma rede global de especialistas e o prestígio que abre portas em governos e instituições internacionais.

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