Ricardo Guimarães prevê cenário positivo para ações no Brasil com Selic alta

CEO do BNP Paribas, Ricardo Guimarães, projeta cenário positivo para ações nacionais, mesmo com Selic alta. Infraestrutura e saneamento em destaque!

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(Imagem de reprodução da internet).

Apesar da taxa Selic em nível de dígitos, a economia brasileira demonstra resiliência, apresentando um cenário positivo para o desempenho das ações de empresas nacionais. A avaliação é do CEO do BNP Paribas, Ricardo Guimarães, que projeta um desempenho contínuo favorável para a economia no próximo ano.

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Guimarães ressalta que essa perspectiva é independente do cenário político, destacando a força da agenda de infraestrutura no Brasil.

Setores em Destaque

O CEO cita setores como saneamento, infraestrutura digital, transporte e energia, identificando novas oportunidades para o setor privado, com apoio governamental e o fortalecimento de modelos de concessão. Ele enfatiza a importância da regulamentação brasileira e da estabilidade institucional do país.

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Regulação e Investimento Estrangeiro

Guimarães destaca que a robustez das agências reguladoras brasileiras e a confiança que isso proporciona aos investidores, tanto nacionais quanto internacionais, são pontos fortes do país. A saída de grandes conglomerados de infraestrutura após a Operação Lava Jato também abriu espaço para uma nova dinâmica no mercado.

Oportunidades para IPOs

Segundo o CEO, para realizar um IPO, a empresa precisa ser grande, ter escala e estar em um dos setores que recebem “muito apoio” do governo. Setores como saneamento se destacam, sendo considerados um bom caminho para investidores em busca de retornos, apesar dos desafios relacionados ao alto custo de capital.

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A regulamentação brasileira contribui para a atratividade desse tipo de investimento.

Janela de IPOs e Reforma Tributária

A expectativa é que uma nova janela de IPOs se abra no próximo ano. No entanto, a reforma tributária pode causar um atraso de alguns trimestres, devido à complexidade da nova regra de tributação de dividendos. A análise da base de capital das empresas e a definição da melhor estrutura, com maior endividamento e menor participação acionária, são fatores que podem influenciar o momento desse movimento.

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