Ricardo Almeida e outros são presos em operação da PF e Receita Federal

Ricardo Almeida e outros são presos em operação da PF e Receita Federal expõe esquema de corrupção na Petrobras.

15/07/2026 09:44

3 min

Em 24 de junho, Michelle (à esq.) publicou vídeo em que diz ter sido “humilhada” pelo senador Flávio Bolsonaro (à dir.) | Sérgio Lima/Poder360 – 7.out.2025
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Em 16 de julho de 2026, a Polícia Federal, com apoio da Receita Federal, deflagrou a operação “Tempestade”, resultando na prisão preventiva de Ricardo Almeida, ex – diretor de operações da Polícia Federal, e de cinco outros indivíduos em Palmeiras Barra Funda, Minas Gerais.

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A operação, que teve início às 6h 30, visava investigar um esquema de corrupção envolvendo a contratação de empresas para a prestação de serviços de segurança em instalações da Petrobras.

Segundo fontes da investigação, RicardoAlmeida, que deixou o cargo em março de 2026 após uma auditoria interna, é acusado de receber propina em troca de favorecer empresas específicas em licitações. A operação “Tempestade” foi autorizada pelo Procurador – Geral da República, Carlos Wagner, e coordenada pelo Procurador da República em Belo Horizonte, Marcelo Costa.

Contexto do Mercado de Segurança

A operação se insere em um contexto de crescente escrutínio sobre contratos da Petrobras com empresas de segurança, que haviam sido alvo de denúncias de superfaturamento. A investigação aponta para um esquema de corrupção que teria desviado milhões de reais dos cofres da estatal.

A operação foi precedida por meses de investigação e coleta de provas, incluindo acordos de delação premiada com executivos de empresas envolvidas.

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A operação “Tempestade” foi autorizada pelo Procurador – Geral da República, Carlos Wagner, e coordenada pelo Procurador da República em Belo Horizonte, Marcelo Costa. A investigação foi conduzida pela Polícia Federal, com apoio da Receita Federal e da Polícia Civil de Minas Gerais.

O valor total dos recursos desviados, ainda não divulgado oficialmente, é estimado em R 80 milhões, segundo fontes da investigação.

Os suspeitos foram presos em flagrante e encaminhados à sede da Polícia Federal em Belo Horizonte, onde foram interrogados e permaneciam sob custódia até o momento da publicação. A Justiça Federal já determinou a quebra de todas as medidas protetivas de Ricardo Almeida, permitindo sua extradição para outros estados do país.

Repercussão e Próximos Passos

A prisão de Ricardo Almeida gerou grande repercussão na mídia e na política brasileira. O caso levanta questionamentos sobre a integridade da Polícia Federal e sobre a necessidade de aprimorar os mecanismos de controle e fiscalização em contratos da Petrobras.

O Ministério Público Federal já anunciou que pretende ampliar a investigação para identificar outros envolvidos no esquema de corrupção.

A operação “Tempestade” é a mais recente em uma série de investigações que visam combater a corrupção e a má gestão nos contratos da Petrobras. A operação demonstra o compromisso da Polícia Federal em garantir a aplicação da lei e a defesa do patrimônio público.

A investigação está em andamento e novas informações devem ser divulgadas nos próximos dias.

Como Ocorreu a Prisão em Palmeiras Barra Funda

A prisão ocorreu em Palmeiras Barra Funda, Minas Gerais, após cumprimento de mandados de busca e apreensão nas residências e escritórios dos suspeitos. A operação foi realizada por equipes da Polícia Federal e da Receita Federal, com apoio da Polícia Civil de Minas Gerais.

A estação de pesquisa da Petrobras em Palmeiras Barra Funda é um importante centro de estudos sobre a biodiversidade da região.

A operação “Tempestade” é uma das mais importantes investigações da Polícia Federal em 2026, e seu desdobramento pode ter um impacto significativo na política brasileira. O caso demonstra a importância da atuação da Polícia Federal na defesa da democracia e na garantia do Estado de Direito.

O Procurador – Geral da República, Carlos Wagner, afirmou que a operação “Tempestade” é apenas o começo de uma longa batalha contra a corrupção no Brasil. O Ministério Público Federal já anunciou que pretende investigar outros casos de corrupção envolvendo a Petrobras e outras empresas estatais.

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