Reunião EUA, Rússia e Ucrânia em Abu Dhabi marca avanço diplomático após conflito de anos. Zelensky busca diálogo com Putin e Trump.
Uma primeira reunião entre representantes dos Estados Unidos, Rússia e Ucrânia ocorreu nesta sexta-feira (23), representando um marco importante após quase quatro anos de conflito. O encontro, realizado em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, simboliza um avanço diplomático notável, respondendo a uma demanda antiga do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky.
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Marcus Vinicius de Freitas, professor de relações internacionais da China Foreign Affairs, destaca a similaridade nos argumentos apresentados por Donald Trump e Vladimir Putin. Ele observa que ambos defendem a necessidade de garantir a proteção de seus territórios, evitando a adesão a alianças militares.
De Freitas, o especialista aponta para desafios consideráveis na resolução do conflito. A situação é complexa devido à posição de Vladimir Putin como presidente da Ucrânia, e à recusa do presidente ucraniano em dialogar com ele, em decorrência das ações militares que impactaram seu país.
O professor também mencionou o relativo desinteresse do presidente dos EUA em manter o apoio da Otan, considerando que a Europa não apresenta os resultados econômicos desejados. Essa dinâmica influencia as negociações sobre o conflito ucraniano.
As recentes operações militares conduzidas pelos Estados Unidos, incluindo o ataque a instalações no Irã e a operação na Venezuela para capturar Nicolás Maduro, têm fortalecido a posição de Donald Trump nas negociações internacionais. Segundo Freitas, essas ações conferiram ao americano “uma musculatura muito importante” para atuar como “xerife do mundo”.
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O especialista ressalta que Trump se sente empoderado após essas operações, especialmente considerando que, conforme mencionado em Davos, na Suíça, equipamentos chineses e russos não acompanharam a movimentação militar dos Estados Unidos. Essa situação coloca os EUA em uma posição de vantagem nas discussões sobre o conflito ucraniano.
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