Retorno às Aulas: Alerta Vermelho por Aumento de Doenças Infecciosas em Crianças!

Aumento de doenças infecciosas preocupa após retorno às aulas! Médicos alertam para Covid, bronquiolite e asma. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Retorno às Aulas e o Aumento de Doenças Infecciosas

O período de volta às aulas, especialmente após feriados prolongados como o Carnaval, frequentemente coincide com um aumento no número de doenças infecciosas entre crianças e adolescentes. Essa tendência é impulsionada pela convivência em ambientes escolares, que envolve contato próximo entre colegas e professores, o que facilita a circulação de vírus e outros microrganismos.

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Médicos observam um aumento na procura por atendimento durante esse período, com casos comuns de Covid-19, bronquiolite (mais frequente em menores de dois anos), crises de asma e gastroenterites virais com sintomas como vômitos e diarreia, conforme relata o pediatra Thales Araújo de Oliveira, gerente do pronto-socorro e do centro de excelência do Sabará Hospital Infantil.

Fatores de Risco

O convívio social tende a ser mais restrito durante as férias, mas o ambiente escolar apresenta maior interação, compartilhamento de objetos e permanência em espaços fechados, fatores que aceleram a transmissão de agentes infecciosos. Além disso, muitas crianças ainda estão se adaptando a uma nova rotina, que pode incluir alterações no sono e na alimentação.

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A recomendação é retomar gradualmente os horários de sono e alimentação alguns dias antes do início das aulas, buscando uma adaptação mais equilibrada.

Medidas de Prevenção

Embora não seja possível eliminar completamente o risco de infecções, algumas medidas reduzem significativamente a transmissão. A higienização frequente das mãos com água e sabão ou álcool em gel, principalmente antes das refeições, é essencial.

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Orientar crianças a cobrir boca e nariz com o antebraço ao tossir ou espirrar também faz diferença. Evitar compartilhar objetos de uso pessoal, manter ambientes ventilados e manter a distância social são estratégias comprovadas.

Em caso de febre, vômitos, diarreia ou outros sintomas respiratórios, o ideal é manter a criança em casa para avaliação médica, evitando a exposição de outras crianças. O envio de materiais de higiene, como álcool gel, e a orientação sobre a lavagem das mãos ao entrar e sair dos banheiros são cuidados importantes.

Evitar grandes aglomerações também é uma medida eficaz.

Alimentação, Rotina e Imunidade

Não existe um alimento isolado capaz de fortalecer o sistema imunológico. O que contribui para uma resposta adequada do organismo é um conjunto de hábitos: alimentação variada e equilibrada, hidratação adequada, sono regular e prática de atividade física compatível com a idade.

Esses cuidados não impedem totalmente que a criança adoeça, mas ajudam o organismo a responder melhor às infecções, reduzindo, muitas vezes, a gravidade dos quadros.

A pediatra Mariana Lombardi Novello destaca a importância do sono de qualidade, ressaltando que crianças que dormem pouco ou mal produzem menos mediadores imunológicos e ficam mais suscetíveis a infecções. A alimentação adequada, com oferta regular de frutas, legumes, verduras, proteínas e alimentos in natura, fornece os nutrientes necessários para que o sistema imune funcione bem.

O acompanhamento pediátrico regular permite avaliar crescimento, desenvolvimento, identificar riscos e orientar a família de forma individualizada.

Vacinação

A vacinação permanece como uma das estratégias mais eficazes para proteção individual e coletiva. Manter o calendário vacinal atualizado, conforme orientações do Ministério da Saúde e da Sociedade Brasileira de Imunizações, é fundamental para reduzir o risco de doenças e complicações.

Para proteger bem seu filho e fortalecer o sistema imune, o principal é manter a vacinação em dia, garantir alimentação adequada, prática regular de atividade física e sono de qualidade. Esses fatores realmente fortalecem a imunidade da criança.

Dicas para os Pais

Mantenha a vacinação atualizada, incluindo as vacinas contra gripe e Covid-19, conforme orientações do Ministério da Saúde. Reforce a higiene das mãos da criança, principalmente antes das refeições e após usar o banheiro. Ensine a cobrir boca e nariz com o antebraço ao tossir ou espirrar.

Evite mandar criança doente para a escola para não expor outras crianças. Garanta sono adequado, boa alimentação e hidratação em casa. Retome gradualmente os horários de sono e alimentação alguns dias antes do início das aulas. Mantenha ambientes ventilados sempre que possível, tanto em casa quanto na escola.

Ofereça alimentação variada e equilibrada, com frutas, legumes, verduras, proteínas e alimentos in natura. Pratique atividade física compatível com a idade da criança. Observe sinais de alerta como febre persistente, dificuldade respiratória ou prostração, e procure avaliação médica quando necessário.

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