Reino Unido bloqueia apoio a ações contra Irã! Trump furioso: “Reino Unido rejeita pedido”. Tensão global aumenta com risco de conflito no Oriente Médio.
O governo britânico, liderado pelo primeiro-ministro Keir Starmer, formalmente rejeitou o pedido do presidente Donald Trump (Partido Republicano) para utilizar instalações militares do Reino Unido em possíveis operações direcionadas ao Irã. A Casa Branca recebeu a informação através de fontes do jornal The Times, que apontam para a base de Diego Garcia, localizada no território britânico das Ilhas Chagos no Oceano Índico, e a RAF (Royal Air Force) Fairford, em Gloucestershire, Inglaterra, como locais em questão.
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A recusa britânica gerou uma resposta imediata de Trump, que, em seguida, retirou o apoio ao acordo previamente negociado por Starmer para a transferência das Ilhas Chagos para Maurício. A situação demonstra uma crescente tensão entre os dois líderes e seus respectivos governos, com implicações significativas para a segurança regional.
Representantes dos Estados Unidos e do Irã se reuniram na terça-feira, 17 de fevereiro de 2026, em Genebra, para discutir a questão nuclear iraniana. Apesar das negociações, não foram alcançados resultados concretos, indicando a persistência de divergências entre as partes.
Analistas apontam que uma possível intervenção militar dos EUA contra o Irã seria consideravelmente mais ampla do que a operação realizada na Venezuela em janeiro de 2026. O site Axios reporta que Washington estabeleceu um prazo de duas semanas para que o Irã apresentasse uma proposta detalhada sobre seu programa nuclear.
Nas últimas semanas, a presença militar dos Estados Unidos no Oriente Médio aumentou significativamente. Dezenas de voos militares de carga transportaram sistemas de armas e munições para a região. Nos últimos 24 horas, 50 caças adicionais, incluindo modelos F-35, F-22 e F-16, foram deslocados para bases na região.
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O contingente norte-americano inclui dois porta-aviões, doze navios de guerra e múltiplos sistemas de defesa aérea, demonstrando a determinação dos EUA em monitorar a situação e responder a possíveis ameaças.
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