Reino Unido bloqueia acesso a bases aéreas aos EUA em tensão com Irã! Keir Starmer impede uso de Fairford e Diego Garcia. Crise diplomática em 2026!
Em 2026, o primeiro-ministro britânico Keir Starmer impediu que forças americanas utilizassem bases aéreas britânicas, em particular a Base Aérea de Fairford, na Inglaterra, e a instalação ultramarina de Diego Garcia, no Oceano Índico. Essa decisão ocorreu em resposta a preocupações sobre um possível ataque preventivo dos Estados Unidos contra o Irã, conforme revelado por múltiplas fontes governamentais britânicas.
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O jornal The Times de Londres foi o primeiro a divulgar a divergência, com Starmer negando o uso das bases. A Base de Diego Garcia, crucial para a frota de bombardeiros pesados dos EUA, tem sido um ponto de apoio militar americano há décadas. O Reino Unido expressou preocupação de que permitir o uso das bases “representasse uma violação do direito internacional”, especialmente se os EUA estivessem apoiando, mesmo que indiretamente, um ataque internacionalmente ilícito.
A situação se agravou com a crescente presença militar americana na região, em vista de um possível ataque ao Irã. Em uma reviravolta, Donald Trump, através de sua plataforma Truth Social, retirou o apoio a um acordo que transferiria a soberania das Ilhas Chagos para Maurícia em troca de um arrendamento de 99 anos da base militar de Diego Garcia. Essa mudança de posição gerou críticas e questionamentos sobre as prioridades da administração Trump.
O governo britânico, que já havia separado as Ilhas Chagos da Maurícia antes que esta obtivesse independência, argumentava que um acordo de arrendamento evitaria futuras batalhas judiciais dispendiosas e inúteis, mantendo o acesso militar no Oceano Índico. No entanto, Trump, em outra publicação na Truth Social, acusou Starmer de “cometer um grande erro” ao concordar com o acordo de arrendamento com Maurícia, afirmando que as reivindicações das “entidades nunca antes conhecidas” eram “fictícias”.
A Casa Branca, através da secretária de imprensa Karoline Leavitt, defendeu que a fala de Trump refletia a “política” da administração, enquanto o Departamento de Estado dos EUA declarou seu apoio à decisão do Reino Unido de prosseguir com o acordo com Maurícia. A complexidade da situação se intensificou com a previsão de que qualquer novo ataque dos EUA ao Irã poderia se transformar em uma campanha prolongada, envolvendo o uso de bombardeiros pesados operando a milhares de quilômetros do alvo, tornando-os vulneráveis a ataques retaliatórios.
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