Reforma Tributária impacta setor sucroenergético e transição energética. Nova estrutura tributária gera avaliação sobre sustentabilidade e competitividade
A recente aprovação da Reforma Tributária marca um ponto de inflexão para a economia brasileira, gerando consequências significativas em setores intensivos em capital, energia e mão de obra. O setor sucroenergético, em particular, se encontra sob nova perspectiva, diante da busca por simplificar o sistema tributário e corrigir desigualdades passadas.
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A transição energética e a crescente competição global demandam uma avaliação atenta dos efeitos da reforma. A mudança na tributação, com a substituição de impostos como PIS, Cofins, ICMS e ISS pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), representa uma alteração fundamental na forma como os impostos incidem sobre a produção.
Essa nova estrutura tributária exige uma análise detalhada do impacto em toda a cadeia produtiva, considerando a complexidade do setor bioenergético. A reforma propõe uma nova lógica de incidência tributária, que precisa ser avaliada em relação à sustentabilidade e competitividade do setor.
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