Desconfiança explode na reforma tributária! Nova pesquisa revela divisão política e pouquíssimos beneficiados. Saiba mais!
Uma pesquisa realizada pela Quaest, encomendada pela Genial Investimentos, lançou luz sobre a percepção dos brasileiros em relação à recente reforma tributária. O levantamento, conduzido entre 5 e 9 de fevereiro de 2026, entrevistou 2.004 pessoas com 16 anos ou mais em todo o território nacional.
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Os resultados indicam uma significativa desconfiança em relação aos benefícios da medida, além de revelar uma clara divisão política no que tange ao seu impacto.
De acordo com a pesquisa, apenas 30% dos entrevistados afirmaram ter recebido algum tipo de benefício direto da reforma tributária. Um contingente de 3% não soube responder à pergunta, enquanto os restantes 67% declararam não ter sido beneficiados, nem mesmo a sua família.
A pesquisa também investigou se os que relataram ter recebido algum benefício notaram uma mudança em sua renda, mas a maioria (50%) não percebeu diferença alguma.
A divisão política se refletiu nos resultados. Entre os apoiadores do presidente (PT), conhecidos como “lulistas”, 42% relataram ter sido beneficiados. Um percentual similar foi observado entre a esquerda não lulista. Em contraste, apenas 12% dos “bolsonaristas” (apoiadores do ex-presidente PL) afirmaram ter recebido algum benefício.
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Na direita não “bolsonarista”, o índice foi de 26%, enquanto entre os independentes, 29% relataram ter obtido algum benefício.
A isenção A da reforma tributária beneficia contribuintes com ganhos mensais de até R$ 5.000, o que equivale a R$ 60.000 anualmente. A medida também oferece descontos progressivos para quem recebe até R$ 7.350 por mês. Inicialmente, esperava-se que trabalhadores com salários de R$ 5.000 mensais experimentassem um aumento de R$ 312,89 em sua renda, devido à eliminação da retenção do imposto.
No entanto, a pesquisa sugere que essa expectativa não se concretizou para a maioria dos entrevistados.
A pesquisa da Quaest, encomendada pela Genial Investimentos, utilizou uma amostra de 2.004 participantes com 16 anos ou mais, entrevistados entre 5 e 9 de fevereiro de 2026. O estudo possui uma margem de erro de 2 pontos percentuais, com um nível de confiança de 95%.
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