Reforma Trabalhista Choca Argentina! Senado Aprova Reforma de Milei com Protestos Violentos em Buenos Aires. Veja mais!
O Senado argentino deu luz verde, na madrugada desta quinta-feira, 12, à reforma trabalhista proposta pelo presidente Javier Milei. A votação final foi de 42 votos a favor e 30 contra, e agora o projeto segue para análise na Câmara dos Deputados.
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Após a aprovação, os senadores continuaram a discutir os detalhes da proposta.
Em suas redes sociais, o presidente Milei descreveu a aprovação como um momento “histórico”. A reforma traz mudanças significativas, incluindo a redução de indenizações por demissão, restrições ao direito de greve, a autorização para pagamentos em dinheiro e a possibilidade de dividir as férias dos funcionários.
Enquanto o debate acontecia no Senado, uma grande manifestação se formou na praça em frente ao Congresso, no centro de Buenos Aires. Milhares de pessoas se reuniram para expressar sua oposição à reforma. Houve episódios de confronto entre manifestantes e a polícia, com lançamento de pedras e coquetéis molotov contra a tropa de choque.
A polícia respondeu com o uso de gás lacrimogêneo, canhões de água e balas de borracha.
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Durante os protestos, dois feridos foram registrados – um policial e um manifestante. Dezenas de pessoas foram presas e houve danos a calçadas e a contêineres de lixo.
A oposição argumenta que a economia argentina enfrenta desafios como estagnação, queda no consumo e retração da produção industrial. Eles acreditam que a reforma não estimulará investimentos, considerando o atual plano econômico do governo.
A senadora governista Patricia Bullrich defendeu a proposta como uma forma de simplificar as regras trabalhistas e fortalecer o setor privado.
O governo realizou negociações e implementou cerca de 30 modificações no texto original, buscando agilizar a tramitação da reforma. O objetivo é que o projeto seja aprovado antes de 1º de março, quando Milei iniciará as sessões ordinárias do Congresso.
Na Câmara dos Deputados, a oposição sinalizou que pode adotar estratégias para impedir o avanço da proposta.
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