Reforma Trabalhista Chocante Aprovada no Senado! 😱 Governo flexibiliza leis, causa protestos e crise. Saiba mais!
O Senado da Argentina aprovou, na madrugada desta quinta-feira (12 de fevereiro de 2026), a reforma trabalhista proposta pelo governo (La Libertad Avanza, de direita). O projeto agora segue para análise da Câmara dos Deputados. A aprovação ocorreu em um clima tenso, marcado por manifestações e confrontos entre manifestantes e a polícia, conforme reportado pelo jornal Clarín.
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Os protestos se concentraram nas proximidades do Congresso Nacional em Buenos Aires. Segundo relatos, a situação se agravou quando a polícia tentou confiscar bandeiras de grupos de esquerda e utilizou spray de pimenta contra os manifestantes. A reforma trabalhista, aprovada após uma votação noturna, introduz flexibilização de contratos, redução no valor de indenização em casos de demissão e maior facilidade para demissões.
O governo argentino argumenta que essas mudanças são necessárias para incentivar a formalização do mercado de trabalho, onde cerca de 40% dos trabalhadores atuam na informalidade.
A oposição e os sindicatos, no entanto, expressam preocupação de que a reforma não traga novos empregos, especialmente em um cenário de estagnação econômica e queda na produção industrial. Daniel Rosato, presidente da IPA (Associação de Pequenas e Médias Empresas Industriais Argentinas), criticou a abordagem do governo, apontando para a “destruição de empresas” devido à abertura indiscriminada das importações.
Ele afirma que 18 mil empresas fecharam nos últimos dois anos.
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Uma senadora, aliada do governo, defendeu a aprovação da reforma, afirmando que ela “deixará empresários satisfeitos e trabalhadores bastante satisfeitos”. O governo fez aproximadamente 30 alterações no texto original com o objetivo de garantir a aprovação na Câmara dos Deputados.
A expectativa é que a proposta se torne lei antes de 1º de março, data em que Javier Milei iniciará as sessões ordinárias do Congresso argentino. Desde a posse de Milei em dezembro de 2023, o país registrou a perda de cerca de 300 mil empregos formais, principalmente nos setores da construção civil, indústria e economias regionais.
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