Raul Jungmann, ex-ministro e presidente do Ibram, morre aos 77 anos

Raul Jungmann, ex-ministro e presidente do Ibram, falece aos 77 anos. Governo e especialistas lamentam perda do intelectual e defensor da democracia

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(Imagem de reprodução da internet).

Morte do Ex-Ministro Raul Jungmann Lamentada em Diversos Setores

O Brasil acompanhou com pesar a notícia do falecimento de Raul Jungmann, ex-ministro e presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), aos 77 anos. A morte, ocorrida em 18 de janeiro de 2026, gerou uma onda de homenagens e mensagens de condolências de figuras proeminentes em diversas áreas, incluindo o governo, o setor privado e a academia.

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Deputados, senadores e ministros do Supremo Tribunal Federal e do Estado, além de representantes do Ibram e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, expressaram sua tristeza e admiração pela trajetória do ex-ministro. Mensagens de pesar foram divulgadas em seus perfis nas redes sociais, destacando a integridade, a densidade republicana e a contribuição de Jungmann para a redemocratização do país.

Reações de Personalidades e Instituições

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) ressaltou a importância de Jungmann como um “homem público de rara integridade e de extraordinária densidade republicana”, enfatizando a sua influência na história do Brasil. O presidente da Câmara dos Deputados, por sua vez, mencionou as lições sobre diálogo, construção de pontes e respeito institucional deixadas pelo ex-ministro.

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Legado e Contribuições

O ministro do Desenvolvimento Agrário, que também ocupou o cargo de Jungmann, relembrou a longa trajetória política do ex-ministro, desde a luta das Diretas Já até sua passagem pelo Partido Comunista Brasileiro e sua fundação do Partido Progressista Social.

O senador do MDB-AL, por sua vez, destacou a importância de Jungmann como um dos maiores pensadores e formuladores da nação brasileira.

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Homenagens e Reconhecimentos

O Ibram, onde Jungmann atuou como presidente, publicou uma nota de pesar em que o descreve como um líder com “competência, visão estratégica, capacidade de articulação e pelo legado de diálogo e ética”. O Fórum Brasileiro de Segurança Pública manifestou “profundo pesar” pela morte do ex-ministro, reconhecendo sua contribuição para o debate democrático e para a construção de políticas públicas voltadas à segurança e à defesa nacional.

Conclusão

A morte de Raul Jungmann representa uma perda significativa para o cenário político e intelectual brasileiro. Sua trajetória, marcada pela defesa da democracia, da ética e do diálogo, continua a inspirar e a influenciar o debate sobre o futuro do país.

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