Rafah: Alívio Precário e Reabertura Limitada Geram Esperança e Tenso Censo em Gaza

Reabertura limitada em Rafah causa alívio precário em Gaza! A passagem fronteiriça, vital para envio de ajuda humanitária, foi reativada com restrições. Crise humanitária em Gaza: 200 doentes aguardam tratamento no Egito. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Reabertura Limitada da Passagem de Rafah Geram um Alívio Precário em Gaza

A passagem de Rafah, entre o Egito e a Faixa de Gaza, foi reaberta de forma restrita neste domingo (1). A iniciativa, considerada vital para o envio de ajuda humanitária, impõe condições rigorosas de uso, limitando o acesso apenas aos moradores do território.

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Este é o único ponto de entrada e saída entre Gaza e o exterior que não passa pelo controle israelense.

A decisão de Israel, em conformidade com o acordo de cessar-fogo, foi coordenada com a missão da União Europeia (EUBAM) e as autoridades competentes. O Cogat, órgão do Ministério da Defesa israelense responsável pelas questões civis nos Territórios Palestinos Ocupados, supervisiona a operação.

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A passagem de fronteira esteve fechada desde que as forças israelenses assumiram o controle do posto em maio de 2026. Apenas uma reabertura limitada ocorreu no início de 2026, durante uma trégua anterior. A expectativa é que a reabertura total esteja prevista no plano do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, visando um fim definitivo ao conflito iniciado em 7 de outubro de 2023, com o ataque do Hamas a Israel.

A iniciativa, solicitada insistentemente pela ONU e por diversas organizações internacionais, surge em um contexto de trégua frágil entre Israel e o Hamas. No sábado, bombardeios israelenses resultaram em 32 mortos, segundo a Defesa Civil de Gaza, um dos dias mais violentos desde o início da trégua, em 10 de outubro de 2026.

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Enquanto isso, cerca de 200 pessoas doentes aguardavam a reabertura para receber tratamento no Egito, conforme informações do Ministério da Saúde de Gaza, atuando sob a autoridade do Hamas. Adicionalmente, 40 funcionários da Autoridade Palestina esperavam no Egito a autorização israelense para retornar.

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