Ministro do PT revela encontro polêmico entre Vorcaro e presidente!
CPI do Banco Master ganha força no Congresso com apoio do Centrão.
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O ministro da Casa Civil, integrante do Partido dos Trabalhadores (PT), classificou como institucional o encontro entre Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, e o presidente (PT). A conversa, ocorrida na segunda-feira, 2 de fevereiro de 2025, foi parte de uma série de reuniões com líderes do setor bancário, visando discutir questões institucionais.
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O ministro enfatizou a importância de um presidente estar aberto a diferentes perspectivas e segmentos da sociedade.
Daniel Vorcaro esteve no Palácio do Planalto em diversas ocasiões entre 2023 e 2024. Em uma dessas reuniões, houve uma discussão direta sobre a possível venda do Banco Master. O ministro ressaltou que a agenda presidencial abrange uma ampla gama de atores, incluindo empresários, movimentos sociais e entidades de classe, e que erros cometidos por algum representante não invalidam a posição do presidente.
A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, também do PT, comentou sobre a receptividade do governo à proposta de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o Banco Master. Ela destacou que congressistas de diferentes partidos, incluindo o PT, PCdoB e outros membros da base governamental, estão apoiando a iniciativa.
O governo não se opõe à criação da CPI, permitindo que o Congresso Nacional defina os mecanismos de apuração.
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Um deputado federal do PSB-DF protocolou um pedido para a instalação da CPI do Banco Master, com o apoio de 201 parlamentares. Já um deputado do PL-RJ reúne 257 assinaturas entre membros das duas Casas do Congresso. O movimento é liderado pelo Centrão, que busca adiar a CPI devido ao risco de que uma investigação parlamentar revele conexões políticas mantidas por Daniel Vorcaro.
Nomes como o senador (PI) e Antônio Rueda, dirigente do União Brasil, são mencionados como tendo participado das articulações.
O ministro Rui Costa evitou fazer críticas sobre a atuação do Banco Central no caso. Ele declarou não possuir elementos suficientes para avaliar se a autarquia deveria ter agido de forma mais enérgica. A tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública está entre as prioridades do governo, com o objetivo de atualizar a legislação sobre o tema.
O ministro defendeu a criação de mais ferramentas para instâncias de investigação e prevenção.
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