Ministro do Psol-SP lança discurso sobre 2026: soberania, tributação e direitos. Debate sobre polarização e críticas ao governo dos EUA.
O ministro da Secretaria Geral da Presidência, representando o Partido Socialista (Psol-SP), delineou que a disputa eleitoral de 2026 se concentrará em temas como soberania nacional, justiça tributária e direitos trabalhistas. Ele observou que a direita política precisará justificar suas posições, em referência a estratégias associadas aos Estados Unidos.
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O ministro indicou que a polarização política influencia a percepção do eleitorado, especialmente entre aqueles que se identificam com a direita. Ele previu que a desaprovação do governo do presidente, mesmo com melhorias na vida do eleitor, seria uma tendência.
O ministro reiterou a defesa da soberania nacional e regional, criticando ameaças militares provenientes dos Estados Unidos, e rejeitando a tese de desgaste eleitoral após críticas ao governo dos Estados Unidos. Ele enfatizou que o Brasil e a América Latina não devem tolerar formas de colonialismo ou imperialismo.
O ministro destacou a justiça tributária como um pilar central da campanha, mencionando a isenção de impostos para trabalhadores com renda até R$ 5 mil. Ele também apontou a defesa dos trabalhadores como um pilar fundamental, com foco em questões como a relação entre empresas e trabalhadores, especialmente no setor de entregas.
O ministro apresentou propostas para limitar a taxa cobrada pelas plataformas de entrega a 30%, estabelecer valores mínimos por entrega e aumentar a transparência nos algoritmos. Ele também defendeu a contribuição majoritária das empresas ao INSS, buscando equilibrar a relação entre empregadores e empregados.
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O ministro afirmou que pretende permanecer no governo, atuando na articulação política da campanha, especialmente em São Paulo. Ele criticou a visão de país que reduz a política a uma lógica empresarial, e o tratamento de um país como se fosse a gestão de uma empresa privada.
Ele ressaltou que o capital político permanece concentrado no ex-presidente, e que a escolha do candidato a governador dependerá dele. O ministro enfatizou a importância da articulação política para o sucesso da campanha.
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