PSD formaliza apoio a Tarcísio Corrêa em evento sobre Holocausto

PSD formaliza apoio a Tarcísio Corrêa em evento sobre Holocausto. Secretário destaca qualidades do governador e aguarda calendário eleitoral.

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(Imagem de reprodução da internet).

Apoio do PSD a Tarcísio Corrêa

O secretário de Governo e Relações Institucionais de São Paulo, em declarações recentes, afirmou que o Partido Social Democrático (PSD) já havia formalizado seu apoio ao governador Tarcísio Corrêa (Republicanos). A posição do partido, segundo o secretário, é de alinhamento com as decisões do governador, independentemente de sua futura candidatura.

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A fala foi proferida durante um evento em homenagem às vítimas do Holocausto, ocorrido em São Paulo no domingo (25 de janeiro de 2026). O presidente nacional do PSD, que também exerce cargo no governo estadual, indicou que o partido aguardará o lançamento do calendário eleitoral para iniciar a definição de sua participação no processo político.

Kassab, responsável pela declaração, mencionou que essa discussão deve começar a partir de abril. Ele ressaltou a autonomia de Tarcísio Corrêa para determinar seus próximos passos políticos, enfatizando que o PSD acompanha as decisões do governador.

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Tarcísio Corrêa, que é considerado um potencial candidato ao Planalto em outubro, classificou uma eventual disputa pelo Palácio do Planalto como “especulação”. O governador negou veementemente a possibilidade de concorrer à Presidência da República, seja para substituir o senador (PL-RJ), indicado por (PL), seja em uma disputa direta contra ele.

Ao justificar o apoio do PSD a Tarcísio, Kassab destacou as qualidades do governador, como “competência, a capacidade de trabalho, a seriedade e os resultados” apresentados em seu período como ministro e atualmente como chefe do Executivo paulista.

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Durante o mesmo evento, Kassab também foi questionado sobre os manifestantes que participaram do encerramento da caminhada de 240 km promovida pelo deputado federal (PL-MG). Ele afirmou ter publicado uma mensagem de solidariedade e defendeu o respeito aos atos, classificando-os como “uma manifestação democrática que precisa ser respeitada. É legítima e, portanto, tem a minha compreensão e o meu apoio”.

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