PSD em crise? Kassab analisa cenário político e futuro da legenda em 2026

PSD analisa cenário político após pesquisa e mira em nome forte para 2026! Lula lidera, mas PSD busca alternativa para a disputa presidencial. Veja mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

O presidente do PSD avaliou os números divulgados na quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026, como uma amostra provisória. Ele acredita que ainda há espaço para mudanças significativas no cenário político até a eleição. A legenda planeja definir seu candidato à Presidência da República até meados de abril.

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Candidatos em Consideração

Os governadores do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina são os nomes que o PSD está considerando para liderar a chapa ao Planalto. O senador da República do PL-RJ também figura entre os nomes em avaliação.

Pesquisa e Resultados Preliminares

Uma pesquisa Genial/Quaest, divulgada na mesma data, indica que o presidente Lula lidera todos os cenários de segundo turno testados, com uma vantagem que ultrapassa a margem de erro. A pesquisa revela que 55% dos eleitores que conhecem os candidatos não votariam no senador e 54% rejeitam o presidente, o que o líder do PSD interpreta como uma “rejeição brutal” que abre espaço para uma alternativa.

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Análise da Estratégia do PSD

O dirigente do PSD rejeitou a ideia de que a estratégia da legenda estaria condenada, considerando que os governadores não se apresentam como candidatos definitivos. Ele ressaltou que as pesquisas só refletirão a realidade do momento com a definição interna do nome da legenda. “O que vale é no dia da urna”, declarou.

Relações Políticas e Decisões

Kassab comentou sobre a decisão do PL de apoiar Flávio, afirmando que Tarcísio “entendeu” o movimento e “agiu corretamente”. Ele também mencionou que o governador de São Paulo, do Republicanos, “não descartava ser candidato” à Presidência, mas que “as pessoas não podem ser candidatas de si próprias”.

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Posicionamento em Relação ao Governo Lula

Kassab declarou que não pretende cobrar a saída de ministros filiados ao partido e descartou apoiar o presidente Lula, afirmando que “a chance é zero”.

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