PSD e PSDB: Nova Estratégia Polêmica na Alesp com Mudanças Surpreendentes!

PSD e PSDB se unem na Alesp: nova estratégia para ampliar poder! Kassab busca triplicar representação com filiações marcantes. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

PSD e PSDB Buscam Ampliar Presença na Alesp

Em uma reunião de café da manhã, realizada nesta quinta-feira (5), o presidente do PSD, Gilberto Kassab, discutiu com a bancada do PSDB na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) a necessidade de aumentar o número de deputados estaduais do partido.

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A estratégia surge no contexto das negociações para a escolha do vice do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Segundo parlamentares presentes, Kassab também expressou interesse em buscar outros nomes para fortalecer o PSD. A reunião ocorreu na residência de Kassab, no Jardim Paulistano, e contou com a participação de todos os membros da bancada do PSDB. Seis dos oito deputados daquele partido manifestaram disposição para mudar de legenda, com o evento de filiação previsto para o dia 4 de março.

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Os nomes que confirmaram a mudança são Analise Fernandes, Barros Munhoz, Carlão Pignatari, Maria Lucia Amary, Mauro Bragato e Rogério Nogueira. Além deles, o deputado Dirceu Dalben, do Cidadania, também decidiu se juntar à nova formação. Restam no PSDB as deputadas Bruna Furlan e Carla Morando, e no Cidadania, Ana Carolina Serra e Ortiz Junior.

Com essa movimentação, o partido deve passar de quatro para 11 deputados, quase triplicando sua representação na Alesp. O PSD se consolidará na terceira maior bancada, atrás apenas do PT e do PL, que lidera a lista com 19 parlamentares. A busca por maior expressividade na Alesp é vista por Kassab como uma forma de se aproximar do PL, considerando que o PSD já detém a maior representação no interior do estado, com 205 municípios.

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Apesar de algumas tensões entre Kassab e outros líderes, o presidente do PSDB, André do Prado, mantém o partido na sigla, buscando fortalecer o projeto de centro no estado. O PSDB classificou a movimentação de Kassab como “canibalismo”, argumentando que essa estratégia não contribui para a construção de um projeto nacional de centro.

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