PSD Agressivo: Kassab Ataca Gestão Lula e Aponta Cenário Eleitoral de 2026

PSD Critica Gestão Pública e Aponta Desafios para 2026
Em um almoço empresarial realizado no Hotel W, em São Paulo, no dia 27 de abril de 2026, o presidente do PSD, Kassab, fez um balanço crítico dos governos recentes, especialmente da gestão do presidente Lula. Durante o evento, que reuniu empresários e autoridades, Kassab afirmou que o presidente Lula “sabe gastar, mas não sabe administrar” a máquina pública, destacando uma perda de eficiência na gestão ao longo do tempo.
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Análise do Cenário Econômico
Kassab ressaltou que Lula assumiu o país em um cenário favorável, herdado do PSDB, e conseguiu aproveitar uma “boa herança”, com espaço fiscal e crescimento global. No entanto, ele criticou a gestão petista, apontando que a eficiência diminuiu.
O PSD possui atualmente dois ministros no governo Lula, nas áreas de Minas e Energia, e Agricultura e Pecuária. A avaliação do dirigente é que o primeiro ciclo petista começou em um patamar elevado, mas se deteriorou, apesar de ter “gordura acumulada” para garantir a reeleição de Lula e a vitória do PT.
Críticas à Gestão e à Ex-Presidente
Kassab atribuiu a saída da ex-presidente Dilma Rousseff a crises econômicas e políticas, descrevendo-a como uma “falta de vocação”. Ele classificou o governo do MDB como “bom” e comentou a eleição de 2018 e o desempenho do PL, considerando que o então presidente “não tinha nenhuma vocação para a vida pública” e teve uma atuação “muito aquém da expectativa”.
Eleições de 2026 e Candidaturas
Ao abordar as eleições presidenciais de 2026, Kassab expressou ceticismo quanto à possibilidade de Lula e o senador do PL-RJ serem vencedores, citando níveis elevados de rejeição. Ele acredita que as pesquisas refletem apenas nomes conhecidos e não o cenário consolidado da campanha.
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O PSD anunciou que terá sua própria candidatura e elogiou o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, como o “mais completo” entre os possíveis concorrentes.
Apelo ao Engajamento Político
Kassab defendeu que há espaço para candidatos menos conhecidos e citou exemplos de disputas passadas em que nomes com baixa intenção de voto avançaram durante a campanha. Em sua fala final, o dirigente fez um apelo para maior engajamento político, especialmente entre empresários e lideranças, destacando que as ferramentas digitais facilitam a participação e que o silêncio dos formadores de opinião pode impedir mudanças no país.
Ele observou uma “vontade do brasileiro de mudar” e criticou a falta de respostas do governo federal em temas como transparência, tamanho do Estado e carga tributária, defendendo a necessidade de um governo “honesto, experiente e com coragem para fazer reformas” para atrair investimentos e melhorar o ambiente econômico.
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