Protestos no Irã: Mais de 5.000 mortos, aponta HRANA. Organizações estimam balanço elevado de vítimas da repressão. Trump ameaça novas ações militares.
Um grupo de defesa dos direitos humanos sediado nos Estados Unidos divulgou dados que indicam que mais de 5.000 pessoas morreram durante os recentes protestos no Irã. A organização Human Rights Activists News Agency (HRANA), com sede nos Estados Unidos, confirmou a morte de 5.002 indivíduos, incluindo 4.714 manifestantes, 42 menores de idade e 207 membros das forças de segurança.
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A organização ainda está investigando o caso de 9.787 mortes potenciais.
O balanço da HRANA supera significativamente o número divulgado pelas autoridades iranianas, que informaram sobre 3.117 mortos até o momento. Esse número inclui a distinção entre “mártires”, que seriam membros das forças de segurança ou transeuntes inocentes, e “arruaceiros” apoiados pelos Estados Unidos, segundo a fundação iraniana de mártires e veteranos.
Além disso, a organização HRANA reportou que pelo menos 26.852 pessoas foram detidas durante os protestos. A organização ressaltou que o número real de mortes pode ser consideravelmente maior, devido às dificuldades impostas pelas autoridades iranianas no acesso à internet.
Outra organização, a Iran Human Rights (IHR), sediada na Noruega, estimou a morte de pelo menos 3.428 manifestantes causados pelas forças de segurança. A IHR alertou que o número final de vítimas pode variar em torno de 25.000.
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Em resposta à repressão, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou novas ações militares contra Teerã. A Casa Branca informou que 800 execuções programadas foram suspensas devido à pressão de Washington.
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