Projeto de Lei Criminaliza Falhas na Transparência Municipal com Prefeitos

Projeto de Lei criminaliza falta de transparência municipal. Câmara analisa proposta do Deputado Kim Kataguiri que pode prever pena de prisão para prefeitos e secretários

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(Imagem de reprodução da internet).

Projeto de Lei Visa Criminalizar Falhas na Transparência Municipal

O Projeto de Lei 708/25 propõe tratar a falta de disponibilidade, atualização ou informações no site de transparência dos municípios como crime de responsabilidade para prefeitos e secretários municipais. A iniciativa está sendo analisada pela Câmara dos Deputados, buscando alterar o decreto-lei existente sobre a responsabilidade de gestores públicos.

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O texto da proposta estabelece que gestores podem enfrentar pena de prisão de seis meses a dois anos se o Portal da Transparência estiver inoperante, desatualizado ou com dados incompletos. Além disso, a prefeitura poderá ser responsabilizada por ocultar ou modificar informações que deveriam estar disponíveis no portal, ou por tentar manipular dados para dificultar investigações e fiscalizações.

Detalhes da Responsabilização

O deputado Kim Kataguiri (União-SP), autor da proposta, explica que o objetivo é fortalecer o controle sobre a disponibilização de informações, garantindo que dados essenciais estejam acessíveis para a fiscalização da gestão pública. A pena poderá ser aumentada até a metade se a conduta for praticada com a participação de outras pessoas ou com o objetivo de beneficiar terceiros.

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Penas e Sanções Adicionais

Além da pena de prisão, o projeto prevê a perda do mandato e a inabilitação para o exercício de cargos públicos por até oito anos, caso atos de improbidade cometidos por prefeitos e vereadores causem prejuízo aos cofres públicos ou violem princípios da administração pública.

A obrigação de devolver os valores corrigidos também será aplicada.

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Próximas Etapas Legislativas

A proposta será avaliada pelas comissões de Administração e Serviço Público, e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Após a análise nas comissões, o projeto será discutido e votado em Plenário da Câmara dos Deputados. Para se tornar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

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