Professores de São Paulo exigem revisão do ECA após onda de violência escolar? Veja dados!

Professores de São Paulo defendem revisão do ECA! A violência escolar cresce e educadores pedem mais apoio. Saiba o que o CPP descobriu.

19/04/2026 20:39

2 min

Professores de São Paulo exigem revisão do ECA após onda de violência escolar? Veja dados!
(Imagem de reprodução da internet).

Professores de São Paulo Defendem Revisão do ECA Após Crescimento da Violência Escolar

Uma investigação conduzida pelo Centro do Professorado Paulista (CPP) indica que uma grande maioria dos educadores, tanto da rede pública quanto da privada em São Paulo, apoia a atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O motivo principal apontado é o aumento de agressões, ameaças e a percepção de impunidade no ambiente escolar.

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Dados da Pesquisa e Percepção dos Docentes

A pesquisa do CPP envolveu mais de 1.144 professores, sendo que a faixa etária predominante entre os entrevistados é entre 45 e 74 anos, representando 66% do total.

Necessidade de Equilíbrio entre Direitos e Responsabilidades

Alessandro Soares, diretor-geral administrativo do CPP, ressalta a importância do ECA para os direitos de crianças e adolescentes. Contudo, ele enfatiza que isso não deve anular a necessidade de responsabilização em casos de violência.

Segundo Soares, é crucial que o ambiente escolar seja um local de respeito mútuo, com direitos e deveres claramente definidos para todos os envolvidos na comunidade educacional.

Impacto da Violência no Cotidiano Escolar

Em relação a incidentes de violência física, os números são preocupantes. Um percentual de 19,3% dos professores entrevistados relataram já terem sido vítimas dessa situação, sendo que as escolas municipais e estaduais foram os locais mais citados.

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Fragilidade no Suporte Institucional

Além da violência direta, a pesquisa também evidenciou um sentimento generalizado entre os docentes: a carência de apoio por parte da gestão escolar e a falta de providências efetivas diante dos problemas apontados.

Ao ser contatada sobre o tema, a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo informou que não faria qualquer manifestação oficial sobre os achados do estudo.

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