Governo de Minas propõe privatização da Copasa com modelo de oferta secundária. Busca quitar dívida com a União e movimentar R$ 10 bilhões
O governo de Minas Gerais propôs a privatização da empresa de saneamento Copasa, utilizando o modelo de oferta secundária de ações. Essa abordagem, divulgada na quarta-feira (28), elimina a necessidade de tranche primária. O objetivo principal é utilizar os recursos da venda das ações para quitar a dívida do Estado com a União.
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O governo estadual detém atualmente 50,03% do capital da Copasa. A proposta permite que o Estado venda até a totalidade de sua participação. A aprovação da venda está condicionada à atração de um investidor estratégico. Caso nenhum investidor seja encontrado, o Estado poderá manter uma fatia de 5% na empresa.
Um investidor estratégico poderá adquirir até 30% do capital social da Copasa, com a possibilidade de realizar compras adicionais de ações no mercado. O governador Romeu Zema (Novo) havia previsto que a privatização da Copasa poderia movimentar pelo menos R$ 10 bilhões, com o objetivo de conclusão até abril.
A proposta de privatização da Copasa será submetida à aprovação da assembleia geral de acionistas da empresa. O sucesso da operação depende da atração de um investidor estratégico e da aprovação da assembleia.
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