Priscila Caneparo analisa incerteza no apoio militar à Venezuela e futuro de Maduro

Especialistas analisam incerteza sobre apoio militar a Maduro. Pós-doutora Priscila Caneparo destaca negociações entre Maduro, EUA e militares venezuelanos

1 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Análise Sobre o Apoio Militar à Venezuela

A incerteza sobre o apoio das Forças Armadas venezuelanas ao governo atual é um ponto central de análise, segundo a pós-doutora em Direito Internacional e professora da Ambra University, Priscila Caneparo. Em declarações à CNN, a especialista enfatizou a ausência de previsões concretas sobre a direção que as Forças Armadas tomarão nos próximos dias.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Caneparo detalhou que, ao longo das últimas duas décadas, os militares ocuparam posições estratégicas na economia e na política venezuelanas, desempenhando um papel crucial na sustentação do chavismo. Essa influência se manifesta através da ocupação de cargos importantes em empresas estatais, incluindo o governo e as forças armadas.

A especialista ressaltou que essa dinâmica não depende exclusivamente da postura da atual presidente interina, Delcy Rodriguez, nem das administrações americana. A principal fonte de incerteza reside na decisão dos militares venezuelanos sobre qual caminho seguir em termos de institucionalidade no país.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Caneparo acredita que negociações estão em curso entre Delcy Rodriguez, os Estados Unidos e os militares venezuelanos, e que os resultados dessas conversas se tornarão públicos em breve. A professora previu que Nicolás Maduro não retornará ao poder.

Além disso, ela descartou a possibilidade de Corina Machado se tornar a principal voz da oposição ou de Edmundo Gonzalez assumir a presidência. A especialista destacou o papel fundamental de uma mediação entre os militares e os Estados Unidos como determinante para o desfecho da crise política venezuelana. As negociações em andamento definirão a estrutura dessa cooperação trilateral e os rumos do país.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

LEIA TAMBÉM!

Sair da versão mobile