Prisão de Ex-Presidente Impulsiona Debate sobre Anistia no Congresso
A detenção do ex-presidente reacendeu o debate sobre a anistia no Congresso Nacional, mobilizando diversos setores políticos. A situação gerou pressão por parte da oposição, que agora defende que o projeto de lei relacionado ao tema avance com maior rapidez.
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O projeto, que já opera em regime de urgência, voltou a ser central nas discussões entre partidos de direita.
Parlamentares do Partido Liberal (PL) se reuniram nesta segunda-feira (24) para definir a estratégia da legenda. O encontro contou com lideranças da Câmara dos Deputados e do Senado, incluindo o senador , que reiterou a intenção de buscar apoio para acelerar a votação.
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Segundo o líder do partido na Câmara, deputado , a prisão de Bolsonaro cria “urgência” para que a proposta seja analisada no plenário.
O Partido Liberal (PL) também anunciou que adotaria medidas de obstrução, caso o projeto não avance. O relator do texto, deputado Paulinho da Força, busca um acordo para uma versão alternativa, focada apenas no cálculo das penas dos envolvidos nos atos de 8 de Janeiro, sem prever anistia ampla.
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O presidente da Câmara, Hugo Motta, recebeu a sugestão, mas não definiu data para votação.
A divulgação de um vídeo em que Bolsonaro admitiu ter tentado usar um “ferro quente” para alterar a tornozeleira eletrônica alterou o cenário político. Integrantes do Centrão passaram a avaliar que o episódio reduz o apoio ao avanço do PL da Anistia e dificulta até mesmo propostas de redução de penas.
Lideranças da Câmara afirmam que não há clima para votar o tema nesta semana, sob risco de o Congresso ser acusado de afrontar o .
Setores da oposição defendem que a discussão sobre a anistia continue como uma das principais respostas políticas após a prisão. O governo e setores do centro aguardam que o ambiente parlamentar se estabilize para avaliar se algum desdobramento será possível nas próximas semanas.
