Príncipe Andrew em Escândalo: Novas Fotos e Pedido de Testemunho no EUA!

Príncipe Andrew envolvido em novo escândalo! Documentos chocantes vêm à tona com fotos de Epstein. Veja detalhes!

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(Imagem de reprodução da internet).

Na última sexta-feira, 30 de outubro de 2026, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos divulgou um novo conjunto de documentos relacionados ao caso envolvendo Jeffrey Epstein. Entre os arquivos, surgiram fotos que mostram o Príncipe Andrew, irmão do Rei Charles III, em companhia da mulher cujo nome foi preservado.

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Uma das imagens revela o príncipe tocando a barriga da mulher, que estava deitada.

Contexto da Destituição do Título

A situação do Príncipe Andrew se agravou significativamente após a sua destituição de todos os títulos reais e a obrigação de deixar a Royal Lodge em outubro de 2023. Essa decisão foi resultado de seus vínculos com Jeffrey Epstein, que cometeu suicídio em 2019.

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A pressão da mídia britânica, que expôs o contato entre o ex-príncipe e Epstein após 2010, foi um fator crucial.

Negações e Acordo Judicial

Andrew, com 65 anos, sempre negou qualquer irregularidade relacionada à sua amizade com Epstein. Em 2022, uma ação judicial movida por Virginia Giuffre, uma cidadã americana e australiana que se suicidou no ano passado, foi encerrada por meio de um acordo extrajudicial multimilionário, sem que o príncipe admitisse qualquer culpa.

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Solicitação de Testemunho do Congresso Americano

O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, estimou que o ex-príncipe Andrew deveria depor diante do Congresso dos Estados Unidos para fornecer informações sobre os crimes de Jeffrey Epstein. Em novembro passado, 16 congressistas democratas americanos solicitaram formalmente que o ex-príncipe testemunhasse perante a comissão parlamentar encarregada de investigar Epstein, uma solicitação que ele ainda não respondeu.

Investigações e Acordo com Epstein

A polícia de Palm Beach, na Flórida, iniciou a investigação contra Epstein em 2005, após relatos de abuso envolvendo uma adolescente. O FBI e outras agências federais dos EUA se juntaram ao caso, coletando depoimentos de várias jovens que alegaram ter sido contratadas para realizar “massagens sexuais” com o financista.

Apesar das investigações, os promotores ofereceram a Epstein um acordo que o livrou de um processo federal. Ele foi condenado a 18 meses de prisão por acusações de prostituição envolvendo menor de 18 anos.

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