Revisão da Proposta de Lei da Casa Imperial Suscita Debate Sobre Sucessão
O presidente do Conselho de Pesquisa Política do Partido Liberal Democrata, Takayuki Kobayashi, apresentou nesta sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026, uma sugestão à primeira-ministra (PLD, direita) para que a continuidade da linhagem masculina fosse considerada um ponto central nas discussões sobre a Lei da Casa Imperial.
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A proposta visa formalizar a importância da linhagem masculina na sucessão ao trono.
A primeira-ministra defendeu que a sucessão ao trono imperial deve permanecer restrita a homens, argumentando que a tradição histórica e a própria natureza da linhagem imperial justificam essa premissa. A questão da sucessão ao trono é um tema central nas discussões sobre a formulação da Lei da Casa Imperial, que regula o processo de herança do trono japonês.
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A mandatária ressaltou que a linhagem imperial japonesa tem sido historicamente transmitida por homens, e que a manutenção dessa tradição é fundamental para a estabilidade e a continuidade do Estado. Ela enfatizou que, embora reconheça a importância de figuras como imperatrizes de linhagem masculina no passado, a sucessão ao trono deve ser sempre exercida por homens.
A primeira-ministra destacou que a Lei da Casa Imperial estabelece que o trono imperial é herdado por homens de linhagem masculina pertencentes à linhagem imperial. Ela considerou que seria desrespeitoso negar a existência de imperatrizes de linhagem masculina no passado, mas que a sucessão ao trono deve ser sempre por homens.
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A proposta inicial contempla a manutenção do status de princesas imperiais após o casamento, enquanto a segunda proposta discute a possibilidade de adoção para homens da linhagem imperial.
