Presidente Herzog enfrenta protestos massivos e acusações de “criminoso de guerra” na Austrália!

Presidente de Israel, Isaac Herzog, enfrenta turbulência na Austrália! Manifestações e pedidos de prisão chocam na visita. Saiba mais.

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

O presidente de Israel, Isaac Herzog, enfrentou uma recepção contrastante na Austrália nesta segunda-feira (9). Recebeu um caloroso acolhimento do governo, mas também encontrou manifestações em massa de ativistas que o consideram um criminoso de guerra.

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A visita ocorreu em um momento de grande tensão, marcado pelo recente ataque terrorista que ceifou a vida de 15 pessoas durante o festival de Hanukkah perto da praia de Bondi, em Sydney, no ano passado – o pior ataque terrorista já registrado no país.

Recepção e Controvérsia

O primeiro-ministro Anthony Albanese convidou Herzog a visitar o país como um gesto de apoio à comunidade judaica australiana. A iniciativa, que o governo israelense nega, gerou forte reação entre alguns australianos, que pediram a prisão do visitante.

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Herzog depositou uma coroa de flores no Bondi Pavilion, próximo ao local do massacre, enquanto, em outra parte da cidade, representantes do Palestine Action Group argumentavam judicialmente pelo direito de protestar contra a visita, em uma área sujeita a novas restrições governamentais.

Divisões e Protestos em Sydney

A Austrália, como muitos países, tem sido palco de profundas divisões em relação à guerra em Gaza. A situação culminou em protestos – e até em 30 manifestações planejadas para a segunda-feira. A maior manifestação ocorreu em frente à Prefeitura de Sydney, onde a polícia entrou em confronto com milhares de manifestantes pró-Palestina, utilizando spray de pimenta para dispersar a multidão e realizando prisões.

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O Grupo de Ação Palestina emitiu um comunicado condenando o “ataque brutal da Polícia de Nova Gales do Sul contra um enorme protesto pacífico”.

Reações e Denúncias

O comissário assistente da Polícia de Nova Gales do Sul, Peter McKenna, informou que 27 pessoas foram presas – 10 por agressão a policiais e 17 por desobediência às ordens de dispersão. Um vídeo dos protestos mostra a polícia dispersando à força um grupo de muçulmanos que realizavam orações na rua.

Em resposta, o Conselho Nacional de Imãs da Austrália classificou a conduta policial como “chocante, profundamente perturbadora e totalmente inaceitável”.

Apoio e Conforto

Grupos judaicos australianos acolheram a visita de Herzog e condenaram os protestos. Yvonne, que preferiu não revelar seu sobrenome, relatou que a viagem do presidente lhe trouxe conforto. Ela sobreviveu a um ataque ocorrido há dois anos, quando homens armados disparavam contra a multidão. “Significa que não estamos sozinhos.

Ele veio do outro lado do mundo”, disse Yvonne. “Significa que, onde quer que estejamos no mundo, temos o apoio de Israel. Isso significa muito”, concluiu.

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