Presidente da Câmara defende emendas parlamentares e critica ministra Tebet! 🚨 Oito emendas são direito do Congresso e essenciais para o Brasil. Saiba mais!
O presidente da Câmara dos Deputados, representando o partido Republicanos-PB, reiterou sua defesa das indicações de emendas parlamentares na segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026. Ele enfatizou que essas emendas são um direito constitucional do Congresso Nacional e essenciais para direcionar investimentos em regiões menos atendidas do país. De acordo com o presidente, o plenário da Câmara, atuando de forma independente, tem a responsabilidade de analisar e aprovar propostas que atendam aos interesses do país, garantindo que as emendas parlamentares alcancem áreas que muitas vezes estão distantes do foco do poder público.
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O presidente da Câmara também se manifestou sobre uma declaração da ministra do Planejamento, Simone Tebet, feita na sexta-feira, 30 de janeiro, na qual a ministra havia sugerido que o Congresso Nacional estava recebendo uma parte do orçamento devido ao volume de emendas.
O presidente classificou a declaração como “equivocada”, ressaltando a necessidade de cuidado com palavras que possam deslegitimar o papel do Parlamento. Ele defendeu a importância de uma análise criteriosa do uso dos recursos públicos.
Em sua fala durante a cerimônia de abertura do ano legislativo, o presidente da Câmara também destacou os resultados alcançados pela Câmara em 2025, mencionando a aprovação da reforma do imposto de renda, a conclusão da reforma tributária e a aprovação da proteção de crianças e adolescentes em ambiente digital, o ECA digital.
Ele também listou suas prioridades para 2026, incluindo o debate sobre o fim da escala 6×1 de trabalho, que deverá ser acelerado, e o avanço da Proposta de Emenda de caráter Nacional (PEC) da Segurança Pública, uma questão de grande preocupação para a maioria dos brasileiros.
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O presidente da Câmara reafirmou o compromisso da Câmara com o combate à violência contra a mulher e ao feminicídio, buscando parcerias com os demais Poderes para enfrentar essa grave questão. Ele ressaltou a importância de agilizar o debate sobre a PEC 6×1, buscando um equilíbrio entre os interesses dos trabalhadores e dos empregadores.
A agenda do primeiro semestre, segundo o presidente, será “intensa”, com foco em temas cruciais para o dia a dia dos brasileiros.
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