Presidente da Câmara adverte: novos impostos em 2026 são impensáveis! 🚨 Em fala impactante na CEO Conference Brasil, o deputado republicano demonstra cautela e rejeita propostas de aumento de impostos. Saiba mais!
Em participação na CEO Conference Brasil 2026, organizada pelo BTG Pactual, o presidente da Câmara dos Deputados (Republicanos-PB) expressou nesta terça-feira (10 de fevereiro de 2026 uma postura firme em relação à possibilidade de novos aumentos de impostos em 2026.
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Durante sua fala, o parlamentar destacou que o ambiente na Câmara é claramente contrário a propostas que visem elevar a carga tributária.
O presidente da Câmara afirmou não enxergar espaço para projetos que envolvam o aumento de impostos no ano de 2026, enfatizando que essa agenda não é uma prioridade nem para o próprio governo. Ele ressaltou que, ao longo dos últimos três anos, e particularmente em 2025, o Congresso e o governo haviam estabelecido um acordo para aumentar a arrecadação através da elevação de taxas e impostos.
O parlamentar citou as medidas já aprovadas, que incluem o aumento de impostos sobre fintechs, juntamente com o corte de gastos tributários. Segundo ele, essas ações proporcionaram ao governo a “tranquilidade” necessária para implementar suas políticas.
A conclusão foi clara: “Por isso, nós não vemos a necessidade de avançar ainda mais numa agenda de aumento de impostos”.
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O governo do presidente (PT) tem implementado uma série de medidas que resultaram em aumentos de impostos em diversos setores da economia. Até o momento, foram registrados no mínimo 27 aumentos de impostos desde que o petista assumiu o Planalto pela terceira vez, em 2023.
As iniciativas incluem o aumento de alíquotas de importação, a imposição de novas taxas sobre o setor de petróleo, a elevação das alíquotas de PIS/Cofins e do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Além disso, o governo também revogou alguns benefícios fiscais que impactaram positivamente a carga tributária de determinados setores.
Adicionalmente, o governo alterou o sistema de votação de recursos apresentados ao Conselho Administrativo de Recursos Fiscais, o que resultou em uma maior cobrança de taxas para as empresas. Essa mudança no processo de avaliação de recursos contribuiu para o aumento da carga tributária enfrentada pelo setor empresarial.
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