Presidente colombiano expressa receios após fala de Trump sobre ações na Colômbia. Diálogo e defesa popular são prioridades na crise venezuelana.
O presidente da Colômbia expressou receios de ser alvo de ações semelhantes às que afetaram o presidente da Venezuela, em janeiro. A preocupação surgiu após o sequestro de Nicolás Maduro, líder venezuelano, pelo governo dos Estados Unidos. O presidente colombiano detalhou que a conversa telefônica com o presidente americano Donald Trump pode ter contribuído para diminuir a tensão entre os países.
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Em entrevista exclusiva ao jornal El País, o presidente colombiano afirmou que Trump mencionou planos para realizar ações na Colômbia. Ele ressaltou que a segurança da Colômbia depende do apoio de seu povo, e que a defesa popular é a principal estratégia utilizada.
O presidente colombiano também destacou que a divisão interna no país representa um risco, e que a união da América Latina é fundamental para encontrar soluções políticas para a crise venezuelana.
O presidente colombiano indicou que a proposta de transição para eleições livres e um governo compartilhado já foi discutida por outros, incluindo Marco Rubio, secretário de Estado dos Estados Unidos. Ele enfatizou que essa transição deve surgir do diálogo entre os venezuelanos, com o apoio da América Latina.
O presidente colombiano esclareceu que a Colômbia não possui defesa aérea, devido à natureza interna dos conflitos. Ele ressaltou que a defesa popular, mobilizando a resistência do povo, é a principal forma de proteção.
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