Prepare-se para as compras de volta às aulas em 2026: dicas essenciais para economizar. Evite o “pecado capital” de comprar sem conferir o estoque em casa e economize até 30%!
Janeiro chegou e, com ele, a tradicional corrida às papelarias. Em 2026, com variações de preços que podem chegar a quase 280% em um mesmo item (como apontam pesquisas recentes do Procon-SP), qualquer deslize no planejamento pode custar caro. O material escolar 2026: esse é o maior pecado que os pais cometem quando vão às compras (Foto: I.A). Mas, entre todos os erros possíveis, existe um que é considerado o “pecado capital” das compras de volta às aulas.
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Se você quer salvar seu dinheiro e evitar o endividamento, este guia é para você.
O erro número um dos pais não acontece na loja, mas sim antes de sair de casa. A empolgação por materiais novos – ou a pressa – faz com que muitos pais comprem itens que já possuem em casa. O desperdício invisível: estojos, réguas, tesouras, calculadoras e até cadernos com poucas folhas usadas podem ser reaproveitados.
A economia real: especialistas indicam que o reaproveitamento pode reduzir o valor final da lista em até 30%.
Além do esquecimento do estoque doméstico, outros erros comuns drenam o seu bolso.
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Embora pareça um passeio divertido, a presença dos pequenos é o gatilho perfeito para o consumo emocional. Sob pressão, os pais acabam cedendo a itens que não estavam na lista ou versões muito mais caras de produtos básicos.
Um caderno simples de 96 folhas pode custar R$ 15,00, enquanto o mesmo caderno com a capa de um super-herói ou personagem de animação do momento pode ultrapassar os R$ 45,00. Dica: Compre cadernos de capa dura neutra e deixe que a criança personalize com adesivos. É mais barato e exclusivo!
Muitas escolas pedem materiais que só serão usados no segundo semestre. Você não precisa comprar tudo em janeiro, quando os preços estão no pico. Fracionamento: Compre o essencial para o 1º bimestre e deixe os itens específicos para março ou abril, quando as promoções de “queima de estoque” começam.
Muitas vezes, o erro do consumidor é aceitar listas abusivas. Segundo as diretrizes do Procon para 2026, é importante fiscalizar se a escola está solicitando itens desnecessários.
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