Polilaminina: Descoberta Brasileira Promete Reverter Paralisia Após Testes em Humanos!

Polilaminina: Ciência Brasileira Promete Reverter Paralisia! 🤯
Inovador tratamento da UFRJ pode restaurar movimentos em pacientes com lesões medulares. Descubra como a Dra. Tatiana Coelho de Sampaio lidera essa revolução! Saiba mais

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(Imagem de reprodução da internet).

Avanço Histórico na Ciência Brasileira: Polilaminina Promete Reverter Paralisia

A ciência brasileira vive um marco histórico em 2026 com o avanço dos testes em humanos da polilaminina, uma molécula inovadora que promete reverter a paralisia causada por lesões medulares.

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Desenvolvida por pesquisadores da UFRJ, essa bioengenharia atua diretamente na abrindo um caminho inédito para que pessoas com deficiência física recuperem movimentos antes considerados perdidos para sempre. O grande diferencial dessa substância está na sua capacidade de “reprogramar” o ambiente da lesão, que naturalmente é hostil à regeneração.

Ao ser aplicada no local do trauma, a polilaminina cria uma estrutura que mimetiza o tecido embrionário, permitindo que os neurônios voltem a crescer e a se conectar.

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O “Andaime Biológico”: Como a Molécula Reconecta o Corpo

Para entender, imagine que a medula espinhal é uma rodovia de dados. Em um acidente, essa rodovia é destruída e uma “barreira” (cicatriz glial) impede a reconstrução. A ação química da polilaminina neutraliza os inibidores de crescimento presentes na cicatriz.

Ela funciona como um “andaime” ou treliça, oferecendo um caminho físico para que as fibras nervosas (axônios) atravessem o bloqueio. A polilaminina também “avisa” às células nervosas que o ambiente está seguro para o crescimento.

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Fase 1 e o Futuro da Reabilitação

Com a autorização recente da Anvisa para testes em humanos, o protocolo atual exige que a aplicação da polilaminina seja feita em pacientes com lesões agudas. A janela de oportunidade biológica é maior antes que a cicatriz da lesão se torne permanente.

Embora os resultados em animais e os primeiros relatos em humanos sejam promissores, a comunidade científica reforça que o tratamento ainda é experimental e os critérios de inclusão para novos voluntários são rigorosos. A jornada da polilaminina, liderada pela Dra.

Tatiana Coelho de Sampaio, é a prova de que o investimento em ciência básica pode resultar em soluções que mudam a vida de milhões de pessoas ao redor do mundo.

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