Polilaminina: Avanço Promissor no Tratamento do SUSA – Novo Estudo Clínico em Andamento!

Anvisa autoriza estudo clínico da polilaminina no tratamento do SUSA! 🚀 Avanços promissores no tratamento da lesão da medula espinhal. Saiba mais!

24/02/2026 14:35

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Polilaminina: Avanços e Expectativas no Tratamento do SUS

A busca por informações sobre a polilaminina tem aumentado significativamente após a Anvisa autorizar o início de um estudo clínico em humanos, em janeiro de 2026. Apesar do avanço, o tratamento ainda não possui uma previsão oficial de inclusão na rede pública, pois se encontra em uma fase inicial de testes.

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A expectativa é que, com o progresso dos resultados, a polilaminina possa ser considerada para o SUS.

Estudo Clínico em Andamento

Atualmente, o estudo clínico se encontra na fase 1, que visa avaliar a segurança do uso da substância. Essa etapa é crucial, pois ainda não comprova a eficácia em larga escala, um requisito fundamental para qualquer futura incorporação ao Sistema Único de Saúde (SUS).

A Anvisa aprovou o estudo com cinco pacientes voluntários, entre 18 e 72 anos, com lesão aguda da medula espinhal torácica (entre T2 e T10), ocorrida em menos de 72 horas e com indicação cirúrgica. Os locais de aplicação ainda estão sendo definidos pela empresa responsável.

Etapas para a Incorporação ao SUS

Para que uma nova tecnologia seja disponibilizada pelo SUS, o processo geralmente envolve três etapas principais: conclusão das fases clínicas (fase 1, 2 e 3), com dados de segurança e eficácia; registro sanitário na Anvisa, caso os resultados sejam positivos; e pedido de incorporação ao SUS, com análise pela Conitec.

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Após a submissão completa da documentação técnica, o processo de avaliação da Conitec tem um prazo de 180 dias, podendo ser prorrogado por mais 90 dias.

Perspectivas Futuras

Embora o processo regulatório ainda esteja em andamento, algumas fontes apontam para 2029 como uma possível data para a chegada da polilaminina ao SUS. No entanto, até lá, a expectativa é que os resultados dos testes clínicos forneçam dados mais concretos sobre a eficácia da substância, permitindo uma análise mais precisa pela Conitec.

Moysés Batista, editor de conteúdo no FDR, acompanha de perto as novidades sobre o tema, oferecendo análises e informações relevantes para o público.

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