Polícia Federal prende ex-diretor e esposa em operação contra empresa

Em 26 de julho de 2026, a Polícia Federal, em operação conjunta com a Receita Federal, deflagrou a prisão de Ricardo Almeida, ex – diretor de operações da Polícia Federal, e sua esposa, Ana Paula Silva, em Copacabana, no Rio de Janeiro. A operação, batizada de “Operação Correnteza”, investiga suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão fiscal envolvendo a empresa “Sol Nascente Desenvolvimento Imobiliário Ltda.”, sediada em Curitiba, Paraná.
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Almeida e Silva foram presos em flagrante após a Receita Federal apreender documentos e computadores na sede da empresa. Segundo a investigação, a “Sol Nascente” utilizava empresas de fachada para movimentar valores ilícitos, desviando recursos de projetos de infraestrutura financiados pelo governo federal.
O valor total desviado ainda está sendo apurado, mas estima – se em R 30 milhões.
Detalhes da Prisão
A prisão ocorreu após meses de investigação da Polícia Federal, que identificou um esquema de corrupção envolvendo funcionários públicos e empresários. A operação resultou na busca e apreensão de bens da “Sol Nascente”, incluindo imóveis, veículos e contas bancárias.
Ricardo Almeida e Ana Paula Silva permanecem sob custódia da Polícia Federal, aguardando o inquérito final.
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A operação “Correnteza” é liderada pela Procuradoria – Geral da República e conta com o apoio de diversas unidades da Polícia Federal em todo o país. A investigação segue em andamento, com a Polícia Federal buscando identificar outros envolvidos no esquema.
Próximos Passos
A Procuradoria – Geral da República informou que irá apresentar denúncia contra Ricardo Almeida e Ana Paula Silva acusando – os de crimes de lavagem de dinheiro, evasão fiscal e corrupção. O julgamento está previsto para ocorrer no Tribunal Federal do Rio de Janeiro.
A operação “Correnteza” é um marco na luta contra a corrupção no Brasil e demonstra o compromisso da Polícia Federal e da Receita Federal com a defesa do patrimônio público. A operação também serve de alerta para empresários e funcionários públicos que tentam desviar recursos do governo.
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