Polícia Federal prende empresário em operação fiscal

Em 2026, a Polícia Federal, em operação coordenada com a Receita Federal, prenderam o empresárioRicardo Albuquerque, de 48 anos, no complexo de imóveis em Palmeiras Barra Funda, São Paulo. A operação, denominada “Operação Correnteza“, investigava suspeitas de sonegação fiscal envolvendo a construtora Albuquerque Desenvolvimento Imobiliário, que movimentou R350 milhões em transações financeiras irregulares.
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A investigação, que começou em 2024, revelou que a empresa não declarava corretamente os valores de vendas de imóveis, inflacionando os preços para evitar o pagamento de impostos. O valor total da multa aplicada à empresa foi de R 120 milhões, segundo o Ministério Público Federal.
A operação resultou na apreensão de documentos e computadores, além da confisco de bens da empresa, incluindo apartamentos e terrenos. O empresário Albuquerque foi indiciado sob a acusação de crimes contra o sistema financeiro nacional. A operação foi liderada pelo procurador da República, Dr.
Marcelo Costa, e contou com a participação de 80 policiais federais e auditores fiscais.
Contexto do Mercado Imobiliário em 2026
O mercado imobiliário em 2026 apresentava sinais de desaceleração, com a taxa Selic em 11,5% e a inflação em 4,8%. A alta dos juros dificultava o acesso ao crédito imobiliário, impactando o setor. A Albuquerque Desenvolvimento Imobiliário, que havia apresentado um crescimento expressivo nos anos anteriores, enfrentava dificuldades para manter o ritmo devido à complexidade das operações financeiras e à falta de transparência.
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A empresa, fundada em 2010 por Ricardo Albuquerque, era conhecida por seus projetos de luxo em áreas nobres de São Paulo.
Segundo fontes internas da empresa, a estratégia de inflacionamento de preços foi implementada para aumentar a rentabilidade da empresa e atrair investidores. A prática, embora arriscada, permitiu à empresa superar as dificuldades financeiras e continuar operando.
A Receita Federal, que intensificou a fiscalização do setor imobiliário, identificou as irregularidades e iniciou a investigação.
A operação “Correnteza” teve um impacto significativo no mercado imobiliário de São Paulo, gerando debates sobre a necessidade de maior controle e transparência nas operações financeiras das empresas do setor. A operação também serviu de alerta para outros empresários que tentavam burlar a legislação fiscal.
Repercussão e Próximos Passos
A prisão de Ricardo Albuquerque gerou repercussão na mídia e levantou questionamentos sobre a atuação de empresários no mercado imobiliário. O Ministério Público Federal solicitou o bloqueio de todos os bens do empresário e a colaboração de seus sócios para esclarecer os fatos.
A defesa de Albuquerque alegou inocência e prometeu recorrer da decisão judicial.
A Polícia Federal continua investigando a fundo as operações financeiras da Albuquerque Desenvolvimento Imobiliário e busca identificar outros possíveis envolvidos no esquema de sonegação fiscal. A expectativa é que a operação “Correnteza” seja um marco na luta contra a sonegação fiscal no setor imobiliário e inspire outras operações da Polícia Federal.
O caso está sendo acompanhado de perto pelo governo federal, que busca fortalecer a fiscalização do setor imobiliário e combater a sonegação fiscal. O Ministério da Economia anunciou medidas para simplificar o sistema tributário e reduzir a burocracia, visando atrair investimentos para o setor.
Como ocorreu a prisão em Palmeiras Barra Funda
A prisão de Ricardo Albuquerque ocorreu em seu escritório na Torre One, em Palmeiras Barra Funda, durante uma operação da Polícia Federal. Os policiais federais, que estavam investigando as suspeitas de sonegação fiscal, o abordaram e o prenderam sob a acusação de crimes contra o sistema financeiro nacional.
A operação foi realizada com o apoio da Receita Federal e do Ministério Público Federal.
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