Polícia Federal desmantela esquema de tráfico de armas no Nordeste – 700 armas apreendidas

Polícia Federal desmantela esquema de tráfico de armas no Nordeste. Operação “Fogo Amigo II” apreendeu 700 armas e 200 mil munições em Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas

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(Imagem de reprodução da internet).

Apreensão de Armamento em Operação da Polícia Federal

Na terça-feira (27), a Polícia Federal realizou uma operação em quatro estados do Nordeste, com o objetivo de desmantelar uma organização criminosa envolvida no tráfico de armas e munições. A ação, denominada “Fogo Amigo II”, concentrou-se nos estados da Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas.

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As autoridades apreenderam um volume significativo de material bélico, totalizando, segundo dados preliminares, pelo menos 700 armas e 200 mil unidades de munição. O balanço final da operação ainda será divulgado pela PF.

Investigação Sobre Esquema de Tráfico

As investigações indicam que o grupo criminoso se especializou na venda ilegal de armas e munições para facções da Bahia. Segundo informações, as armas eram originárias de Alagoas. A operação revelou o uso de lojas e intermediários para mascarar a legalidade da circulação de armas, com a participação de agentes públicos que facilitavam o acesso ao material bélico e protegiam parte das atividades ilícitas.

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Medidas Judiciais e Apreensão de Bens

Durante a operação, foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão. A Justiça determinou o sequestro de bens e o bloqueio de valores de até R$ 10 milhões pertencentes aos investigados. Além disso, foram suspensas as atividades econômicas de duas lojas que comercializavam material bélico de forma irregular.

A medida visa interromper o fluxo de armas e munições ilegais.

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Envolvimento de Agentes Públicos e Ações de Segurança

As investigações apontam para a participação de agentes públicos no esquema criminoso. A operação contou com o apoio do Ministério Público da Bahia (Gaeco), do Exército Brasileiro, das corregedorias das polícias militares da Bahia e de Pernambuco, da Cipe-Caatinga (PMBA) e do Batalhão Especializado de Policiamento do Interior (BEPI/PMPE).

Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, comercialização ilegal de armas e munições, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica.

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