A Polícia Federal (PF) está conduzindo a segunda fase da Operação Compliance Zero, uma investigação que aponta para uma organização criminosa envolvida em lavagem de dinheiro, manipulação de mercado e gestão fraudulenta de uma instituição financeira.
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A ação visa desmantelar uma rede que supostamente emitia títulos de crédito falsos.
O Supremo Tribunal Federal emitiu 42 mandados de busca e apreensão em São Paulo, além de bloquear bens e valores que somam mais de R$ 5,7 bilhões. A investigação se concentra em endereços ligados a , o ex-dono do Banco Master, durante a primeira fase da operação.
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Liberação de Investigados
Dez dias após a prisão de Vorcaro, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), sob a desembargadora Solange Salgado, concedeu a liberdade do executivo e de outros quatro investigados. A decisão se baseou no argumento de que, embora a investigação indicasse irregularidades, os crimes atribuídos aos envolvidos não envolviam violência ou grave ameaça.
Condições da Liberdade
Como condição para a liberdade, todos os envolvidos foram obrigados a entregar seus passaportes, estão proibidos de deixar o país e devem usar tornozeleira eletrônica. A supervisão eletrônica visa garantir o cumprimento das medidas cautelares.
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Investigações e Acusações
A investigação da Operação Compliance Zero aponta para a emissão de títulos de crédito falsos por instituições financeiras integrantes do Sistema Financeiro Nacional. A PF cumpriu mandados em diversos estados, incluindo Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Bahia e Distrito Federal, em 2024, após requisição do Ministério Público Federal.
Liquidação do Banco Master
No mesmo dia da prisão de Vorcaro, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master e da Master S.A. Corretora de Câmbio, encerrando as operações das instituições e removendo o grupo do Sistema Financeiro Nacional. A medida ocorreu após o Grupo Fictor manifestar interesse na compra do banco e um mês após o veto à entrada do BRB como acionista.
