Polícia desmantela rede de exploração sexual infantil em SP: vítimas e líder presos!
Polícia Civil desmantela rede de exploração sexual infantil em SP! Operação “Apertem os Cintos” prende 6 suspeitos e expõe horroroso esquema. Saiba mais!
Polícia Civil Aprende Rede de Exploração Sexual Infantil em São Paulo
A Polícia Civil concluiu nesta sexta-feira (20) uma operação que resultou na prisão de uma mulher no bairro Campo Belo, zona sul de São Paulo. A ação faz parte da terceira fase da operação “Apertem os Cintos”, que investiga uma rede complexa de exploração sexual infantil.
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Até o momento, seis pessoas foram presas, incluindo a mulher detida em Campo Belo, e um homem, no âmbito desta operação.
A investigação, que começou há três meses, revelou uma rede que recrutava indivíduos para o grupo e fornecia imagens e vídeos de crianças, incluindo aqueles provenientes de sua própria família. Até o momento, a polícia identificou dez vítimas no esquema, sendo nove menores de idade e uma adulta.
A complexidade do caso demonstra a necessidade de ações contínuas para proteger crianças e adolescentes.
A operação teve início após uma investigação iniciada em outubro do ano passado. A primeira fase, ocorrida em fevereiro deste ano, culminou na prisão de um homem no Aeroporto de Congonhas. Ele é suspeito de pagar para abusar de crianças e receber materiais das vítimas.
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Na ocasião, a polícia identificou que mães e avós das crianças ajudavam o suspeito e recebiam dinheiro em troca.
A segunda fase, realizada na semana passada no Espírito Santo, resultou na prisão de outra mulher. Nessa etapa, os policiais localizaram mais duas vítimas, incluindo uma criança de três anos. Com a prisão realizada nesta sexta-feira, o número de detidos chega a seis, sendo cinco mulheres e um homem.
A Polícia Civil informa que está analisando objetos apreendidos e realizando interrogatórios para finalizar o inquérito.
O homem preso no Aeroporto de Congonhas é considerado o líder da rede de exploração sexual de menores, segundo a polícia de São Paulo. A investigação revelou que ele abusava de uma das vítimas, que na época tinha 8 anos, e a violência continuou até os 12 anos.
A polícia também identificou que o suspeito estuprava uma das vítimas, que está com sequelas físicas.
Para conseguir acesso às meninas, o criminoso utilizava diversas abordagens, incluindo contato direto com as mães e avós das vítimas, alegando gostar de crianças. Ele recebia fotos e vídeos das futuras vítimas e fazia pagamentos às responsáveis em valores que variavam de R$ 30 a R$ 100.
Além disso, o suspeito comprava medicamentos para a família, pagava aluguéis e adquiriu um aparelho de TV. A polícia acredita que a prisão dentro do avião no Aeroporto de Congonhas foi a maneira mais rápida de localizá-lo, devido à sua rotina de piloto e à dificuldade de encontrá-lo em sua residência na cidade de Guararema.
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