PM Gisele Santana: Relatório Revela Padrão de Controle e Ameaças Antes do Crime Chocante

Polícia Civil investiga padrão de controle e ameaças na morte de PM Gisele Santana. Relatório aponta exigências de fotos e “regras de casados” entre o tenente-coronel e esposa. Clique e saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Polícia Civil Aponta Padrão de Controle e Ameaças na Morte da PM Gisele Santana

O relatório final da Polícia Civil de São Paulo detalha um padrão de controle e ameaças nas mensagens trocadas entre o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto e sua esposa, Gisele Alves Santana, que faleceu em fevereiro. A investigação revela que o militar exigia que a esposa enviasse fotos de suas roupas enquanto estava fora de casa, seguindo uma série de “regras de casados” que ele impunha.

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Em uma das mensagens, o coronel questionava diretamente: “Que roupa você está usando agora?” e ordenava que ela tirasse selfies do corpo inteiro e o enviasse. Essas comunicações ocorreram no dia 16 de fevereiro, apenas dois dias antes do crime.

A Polícia Civil acredita que essa prática demonstra um controle excessivo e uma tentativa de manipular a situação.

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Detalhes do Relacionamento e Ameaças

Segundo o relatório, Geraldo Leite Rosa Neto possuía as senhas e acesso direto às redes sociais de Gisele Alves Santana. Uma análise técnica do celular do militar confirmou o acesso às contas para monitorar as interações da esposa. Ele justificava o comportamento com a alegação de que fotos de mulheres sozinhas seriam uma espécie de “senha”, permitindo que outros homens se aproximassem.

Para o tenente-coronel, fotos do casal teriam o efeito de “desanimar e afastar” outros homens. A investigação busca entender como essa dinâmica de controle contribuiu para o clima de tensão que culminou na morte de Gisele.

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Contestação e Ações da Vítima

Em mensagens trocadas com o marido, Gisele Alves Santana deixou claro que o relacionamento havia terminado e que ela se sentia “praticamente solteira”. A Polícia Civil considera que a mulher buscava romper com o controle do marido.

Acusações Adicionais e Ações da Polícia

O Ministério Público aponta que o crime ocorreu na manhã de 18 de fevereiro, por volta das 7h28. A acusação também aponta que houve demora no acionamento do socorro, com o policial solicitando ajuda apenas cerca de meia hora após o disparo, um período em que teria alterado o local dos fatos.

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