PLD Domina Eleições no Japão e Takaichi Busca Aprovação do Povo em 2026

PLD conquista expressiva vitória no Parlamento Japonês! Sanae Takaichi lidera partido à 465 cadeiras, em resultado surpreendente. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Resultados Expressivos nas Eleições da Casa Baixa do Parlamento Japonês

O Partido Liberal Democrático (PLD), liderado pela primeira-ministra Sanae Takaichi, e sua coalizão, o Inovação do Japão, obtiveram uma vitória significativa nas eleições para a Casa Baixa do Parlamento japonês, realizadas em 8 de fevereiro de 2026.

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O partido conquistou 352 assentos, representando 465 do total, uma maioria considerável.

De acordo com a NHK, a emissora pública do país, o PLD obteve um aumento expressivo em relação às eleições de 2024, quando possuía 191 assentos. A eleição ocorreu três meses após a primeira-ministra assumir o cargo.

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Nova Composição da Casa Baixa

A eleição de 2026 resultou em uma mudança drástica na composição da Casa Baixa do Parlamento japonês. Em 2024, os partidos governistas detinham 215 assentos, enquanto a oposição ocupava 238 cadeiras. Com o resultado atual, essa dinâmica foi completamente invertida, proporcionando ao governo uma vantagem numérica considerável.

Alianças e Mudanças Partidárias

Um ponto de destaque foi o fim da aliança entre o PLD e o partido Komeito, que agora faz parte da oposição, juntando-se ao Partido Democrático Constitucional e formando a Aliança da Reforma Centrista. A oposição, por sua vez, conquistou 113 assentos, registrando uma perda de 126 cadeiras.

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Desempenho dos Partidos de Oposição

Todos os partidos de esquerda e centro-esquerda também sofreram perdas nas eleições. A única exceção foi a Equipe Mirai. Além disso, independentes e partidos centristas também apresentaram resultados negativos.

Referendo sobre o Trabalho da Primeira-Ministra

As eleições de 2026 podem ser interpretadas como um referendo sobre o trabalho de Sanae Takaichi. Ao anunciar a convocação das eleições, a primeira-ministra afirmou que desejava que “o povo soberano” decidisse se ela era apta a continuar no cargo, afirmando que estava “apostando seu próprio futuro político” como primeira-ministra.

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