Entre risos e brinquedos radicais, seis destinos brilham no Brasil, encantando crianças e adultos.
O Brasil possui uma rica história de parques de diversão, com alguns alcançando grande popularidade e outros enfrentando desafios. Destacam-se nomes como Beto Carrero World e Hopi Hari, que juntos movimentam quase 4 milhões de visitantes anualmente.
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No entanto, a trajetória desses e de outros parques revela um cenário de altos e baixos, com sucessos e fracassos que moldaram a indústria de entretenimento no país.
Fundado em 1973 pelo engenheiro Marcelo Gutglas, inspirado nos parques de Nova York e Europa, o Playcenter foi um dos primeiros grandes parques de São Paulo. Com mais de 60 milhões de visitantes durante seu funcionamento, que se estendeu até 2012, o parque oferecia atrações como Monga, Montanha Encantada e a popular roda panorâmica.
Eventos como as “Noites do Terror” também atraíam grandes públicos. No entanto, acidentes, incluindo um grave no Looping Star em 2010, e a localização, que se tornou inadequada devido ao crescimento urbano, contribuíram para o seu fechamento.
Abrindo em 1968 em São Bernardo do Campo, a Cidade da Criança é considerado o primeiro parque temático do Brasil, localizado atrás dos antigos estúdios da Companhia Cinematográfica Vera Cruz. Com 38.000 metros quadrados e cerca de 35 brinquedos, incluindo tobogãs e teleféricos, o parque foi um cartão-postal da cidade por décadas.
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No entanto, a concorrência e a falta de manutenção levaram ao seu fechamento em 2005.
O Terra Encantada, localizado na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, era um dos maiores parques temáticos do Brasil, com a ambição de ser uma “Disney no Rio”. Apesar do investimento de 220 milhões de dólares, o parque enfrentou dificuldades financeiras e, em 2010, um acidente envolvendo a morte de uma mulher levou ao seu fechamento e à interdição total do local.
O Parque da Mônica, que funcionou no shopping Eldorado de 1993 a 2010, foi um sucesso com a marca de Maurício de Sousa. Após divergências contratuais, o parque foi relocado para o shopping SP Market, onde permanece até hoje, com cerca de 20 atrações.
Após o fechamento do Parque da Mônica, a apresentadora Xuxa também investiu em um parque de diversões no shopping SP Market, que funcionou de 1997 a 2002, antes de ser fechado devido à falta de investimentos e à expansão do centro comercial.
Antes da Xuxa, o apresentador Gugu Liberato também ocupou o espaço da área de diversão do SP Market, mantendo a atração de 1997 a 2002, antes de decidir focar em outros negócios.
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