PL lidera Senado com 15 cadeiras, PSD em 14; eleições de 2026 e 2027 movimentam cenário político. Eleições de 2027 terão dois terços do Senado em disputa.
O ano de 2026 marca um novo capítulo para o Senado, com o Partido Liberal (PL) assumindo a liderança numérica com 15 senadores, superando o Partido Social Democrático (PSD), que agora conta com 14 representantes. Essa mudança reflete uma dinâmica política em constante transformação, impulsionada por movimentações internas e estratégias de partidos em busca de maior representatividade.
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A ascensão do PL é vista como um reequilíbrio das forças no Congresso, especialmente considerando o contexto eleitoral que se aproxima. O partido, já com a maior bancada na Câmara dos Deputados (87), busca consolidar sua posição no Senado, alinhada com a estratégia de governistas e oposição.
A expectativa é que o presidente libere uma lista de ministros que pretendem disputar cargos eletivos, incluindo a disputa pelo Senado e a Câmara dos Deputados.
A oposição e o governo antecipam que as eleições de 2026 aumentarão ainda mais o domínio da direita no Congresso. A estratégia é capitalizar sobre a popularidade de figuras conhecidas nas redes sociais, buscando garantir cadeiras no Senado. A recente prisão do ex-presidente e a campanha por anistia aos condenados pelo 8 de Janeiro serão temas centrais nas campanhas.
Além disso, a segurança pública, valores religiosos e patriotismo, temas que já foram bem-sucedidos em eleições anteriores, também serão destacados.
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As movimentações partidárias são típicas de períodos eleitorais. Em 2025, ocorreram alterações como a saída de Alan Rick (AC) do União Brasil para o Republicanos e a de Márcio Bittar (AC), que deixou o União Brasil para se filiar ao PL. Daniella Ribeiro (PB) migrou do PSD para o PP, enquanto Giordano (SP) se desfiliou do MDB e atualmente está sem partido.
A posse de José Lacerda (PSD-MT) na vaga de Margareth Buzetti (PP-MT) também foi um marco.
As eleições de 2027 prometem ser ainda mais movimentadas, com dois terços das cadeiras do Senado em disputa. Essa alteração na composição das bancadas pode redefinir o equilíbrio de forças na Casa, dependendo dos resultados das eleições.
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