Partido Liberal Enfatiza Intolerância Religiosa em Contexto da Prisão de Bolsonaro
O Partido Liberal (PL) declarou, na segunda-feira (24.nov.2025), que a ordem de prisão do ex-presidente (PL), emitida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes no sábado (22.nov.2025), foi motivada por “intolerância religiosa”.
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A afirmação foi feita durante uma reunião com 50 membros do partido, que discutiram estratégias para lidar com a situação de Jair Bolsonaro, que se encontrava em prisão domiciliar antes da determinação preventiva.
O foco principal da reunião foi a tentativa de desconstruir a acusação de golpe de Estado nas eleições de 2022. O partido busca pressionar o Congresso Nacional para que o tema seja tratado com urgência.
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Reafirmação da Intolerância Religiosa
O senador (PL-RJ), filho mais velho do ex-presidente, reiterou a posição do partido, afirmando que não se abrirá mão de “buscar isentar pessoas inocentes de punições consideradas absurdas”. Ele ressaltou que a revogação da prisão domiciliar de Bolsonaro ocorreu “com base na intolerância religiosa” identificada na situação.
O filho do ex-presidente também declarou que o “objetivo único é a aprovação do projeto de anistia”, buscando avançar com essa proposta no Congresso.
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Pressão no Congresso Nacional
O PL pretende incluir o tema da anistia na reunião de líderes da Câmara dos Deputados na terça-feira (25.nov), sem um horário definido ainda. O objetivo é pressionar o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), a levar a proposta ao plenário.
O Projeto de Anistia, apresentado pelo deputado (Republicanos-RJ) em 2023, obteve uma vitória para a oposição em 17 de setembro. A retomada da discussão do projeto na Câmara, já prevista para os próximos dias, demonstra a persistência do PL na busca por uma solução para a situação envolvendo o ex-presidente.
