Rastreamento de PIX: BC inova e combate o “dinheiro fantasma”! 🚨 A partir de 2026, o sistema do Banco Central rastreia o rastro de golpes no PIX em TODAS as contas, não apenas na primeira. Proteja seu dinheiro!
Perder dinheiro em uma fraude financeira pode gerar uma sensação de impotência terrível. No entanto, a partir de 2 de fevereiro de 2026, uma mudança importante nas regras do Banco Central (BC) promete alterar o jogo. O foco agora é rastrear o dinheiro “fantasma” que circula entre contas laranjas, um problema que antes dificultava a recuperação de valores roubados via PIX.
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O Banco Central anunciou uma nova abordagem: o rastreamento em múltiplas camadas. Anteriormente, o sistema só conseguia bloquear o dinheiro se ele ainda estivesse na primeira conta que recebeu o PIX. Com a nova regra, o sistema consegue identificar o rastro e bloquear os valores em todas as contas subsequentes na cadeia de transferência.
Os bancos agora compartilham informações em tempo real sobre “contas suspeitas”, facilitando a identificação de redes de CPFs laranjas. Essa colaboração é fundamental para desmantelar as operações criminosas que utilizam essa prática.
O processo de análise de fraude pelas instituições financeiras tornou-se mais rigoroso e rápido, graças a essa nova estrutura de rastreamento.
| Recurso | Como era (até 2025) | Como é agora (2026) |
|---|---|---|
| Alcance do Bloqueio | Apenas a 1ª conta recebedora | Todas as contas na cadeia de transferência |
| Velocidade | Processo manual e lento | Automatizado entre instituições |
| Chance de Recuperação | Baixa após 30 minutos | Significativamente maior, mesmo após repasses |
Mesmo com as novas regras, o tempo continua sendo crucial. Se você acredita ter sido vítima de um golpe, siga estes passos:
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O Banco Central reforça que nenhum funcionário de banco entra em contato com você para solicitar informações pessoais ou bancárias. Desconfie de qualquer solicitação desse tipo.
As novas normas também impõem punições mais severas para os bancos que permitem a abertura de contas com documentos falsos ou de fachada. Se o banco não conseguir provar que verificou a identidade do dono da conta que recebeu o dinheiro roubado, ele pode ser responsabilizado pelo prejuízo da vítima.
Lilacunha, formada em jornalismo pela Universidade de Mogi das Cruzes (UMC) desde 2018. Já atuou em jornal impresso. Trabalha com apuração de hard news desde 2019, cobrindo o universo econômico em escala nacional. Especialista na produção de matérias sobre direitos e benefícios sociais.
Suas redes sociais são: @liilacunhaa, e-mail: [email protected]
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Responsável pela produção, revisão e publicação de matérias jornalísticas no portal, com foco em qualidade editorial, veracidade das informações e atualizações em tempo real.
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