Andrés Felipe Marín Silva, “Pipe Tuluá”, é extradição! 🚨 O ex-líder do crime “La Inmaculada” é entregue aos EUA após anos sob investigação. Saiba mais!
Na madrugada desta terça-feira, 3, o governo colombiano extraditou para os Estados Unidos o suposto narcotraficante Andrés Felipe Marín Silva, conhecido como “Pipe Tuluá”. A entrega ocorreu horas antes de uma reunião entre o presidente colombiano e Washington, que buscava abordar divergências sobre a política antidrogas.
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Marín Silva é apontado como o chefe da facção criminosa “La Inmaculada”, acusada de manter vínculos com cartéis mexicanos para o envio de grandes quantidades de cocaína da Colômbia para a América Central e os Estados Unidos. Um tribunal do Texas solicitou sua extradição por tráfico de drogas e associação criminosa.
O ministro da Justiça da Colômbia, Andrés Idárraga, afirmou que a extradição foi realizada por ordem direta do presidente Petro. A decisão, divulgada no sábado anterior, determinava a entrega imediata do criminoso às autoridades americanas.
De acordo com informações, a facção “La Inmaculada” utilizava diversos meios de transporte – lanchas rápidas, navios de carga, barcos pesqueiros, embarcações submersíveis e aeronaves – para transportar toneladas de cocaína. Em 2022, Marín Silva foi condenado na Colômbia por homicídio, extorsão, tentativa de extorsão e associação criminosa, com pena de 30 anos de prisão.
As autoridades colombianas também apontam vínculos da facção com organizações como o Clã do Golfo, dissidências das FARC e o cartel de Sinaloa. Marín é ainda acusado de fundar o grupo Morte a Guardiões Opressores (Mago), apontado como responsável pelo homicídio de 14 agentes do sistema penitenciário.
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Após a extradição, a segurança foi reforçada em Tuluá, cidade onde o grupo criminoso tem sua base, devido ao risco de novos distúrbios provocados por integrantes da facção. A operação contou com a participação de mais de 70 agentes da Polícia, da Interpol e de um grupo antibombas.
A extradição havia sido autorizada pela Corte Suprema de Justiça da Colômbia em 12 de novembro do ano passado, mas dependia da aprovação presidencial. As autoridades colombianas informaram que, desde 2015, Marín Silva estava preso e, em junho de 2025, uma ordem de prisão para fins de extradição foi emitida.
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