Piloto Pedro Turra permanece preso na Papuda após decisão do STJ. Ministério Público acusa piloto de provocar morte de adolescente em Brasília
O ministro Messod Azulay Neto, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), manteve a prisão preventiva do piloto de automobilismo Pedro Turra, acusado de envolvimento na morte de um adolescente de 16 anos, ocorrida em Brasília em janeiro deste ano. A decisão, divulgada nesta quarta-feira (18.fev.2026), foi resultado da análise de um habeas corpus protocolado pela defesa do piloto.
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O ministro julgou o pedido da defesa prejudicado por questões processuais. A solicitação da defesa era direcionada à decisão individual de um desembargador, mas a decisão já havia sido proferida na última quinta-feira (12.fev.2026). Portanto, Messod Azulay Neto rejeitou que o recurso deveria ser contra a decisão da turma, e sim contra a decisão individual.
Turra permanecerá detido no presídio da Papuda, em Brasília. A decisão ocorre após o piloto ser denunciado pelo Ministério Público, sob a acusação de ter provocado a morte do adolescente durante uma briga, onde aplicou um soco no rosto do jovem, que necessitou de internação em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) por duas semanas.
As investigações iniciais indicaram que a agressão ocorreu após um desentendimento motivado pelo arremesso de um chiclete contra um amigo da vítima. No entanto, a Polícia Civil concluiu que a briga foi premeditada e contou com a participação de amigos do piloto.
A defesa de Turra argumentou que o caso não preenche os requisitos legais para a prisão preventiva, além de ressaltar que o piloto enfrenta ameaças na prisão e que sua integridade física está em risco.
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