Na manhã deste sábado (7), a comunidade de Brasília foi abalada com o falecimento de Rodrigo Castanheira, um jovem de 16 anos. A causa da morte foi determinada como morte cerebral, após um período de aproximadamente 16 dias de internação em um hospital da capital.
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O ocorrido gerou grande comoção e desencadeou uma investigação policial em curso.
O Início da Tragédia
Os fatos que levaram ao trágico desfecho iniciaram-se com uma discussão entre Turra, um piloto, e Rodrigo. Segundo informações preliminares, a briga teve origem em um comentário feito pelo adolescente sobre um chiclete que Pedro havia jogado em um colega.
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Turra teria saído do veículo e agrediu Rodrigo durante o desentendimento. Durante a agressão, Rodrigo bateu a cabeça em uma porta de carro, sofrendo um traumatismo craniano que resultou em uma parada cardiorrespiratória de 12 minutos.
Estado de Saúde e Decisão Médica
Após a parada, Rodrigo foi encaminhado a um estado de coma induzido e permaneceu em estado grave no hospital até o momento do seu falecimento. A equipe médica diagnosticou a morte cerebral, confirmando o fim de suas chances de recuperação.
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Prisão e Acusações Contra Turra
Turra foi preso um dia após as agressões, mas foi liberado após pagar uma fiança de R$ 24,3 mil. Posteriormente, ele foi novamente preso, desta vez sob suspeita de interferir nas investigações, e atualmente aguarda o andamento do processo no Complexo da Papuda.
Outras Ocorrências de Turra em 2025
Além do caso da agressão, Turra está sendo investigado por outras três ocorrências registradas em 2025. Uma delas envolveu a oferta de bebida alcoólica a uma adolescente de 17 anos em junho de 2025, durante uma festa no Jockey Club. A polícia investiga se houve coerção na ingestão da bebida pela jovem.
Em outra situação, Turra foi acusado de lesão corporal em Águas Claras, e em uma terceira ocorrência, foi investigado por vias de fato/constrangimento ilegal.
Reações e Reflexões
O delegado responsável pelo caso, Pablo Aguiar, em nota, expressou sua tristeza e responsabilidade. “Durante a investigação, lidei com fatos, provas e silêncios difíceis. Mas, acima de tudo, carreguei a responsabilidade de lembrar que, por trás de cada detalhe técnico, existia uma vida que merecia respeito e verdade.
Buscar justiça foi, e continua sendo, uma forma de honrar sua memória”, declarou.
